por paulo eneas
Outro episódio de interferência no Poder Executivo está sendo protagonizado nesta segunda-feira (22/02), desta vez pelo Senado Federal, que decidiu interferir no processo de decisão do Ministério da Saúde e da Anvisa a respeito da compra da vacina da Pfizer e da Johnson.

A ação de interferência, que foi realizada pelo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, e pelo senador Randolfe Rodrigues, está sendo descrita pela grande imprensa como “intermediação” por parte do Senado entre os laboratórios e o Governo Federal.

O fato é que o Governo deixou-se enredar pela narrativa hegemônica em favor das vacinas, não foi e não tem sido contundente o bastante na defesa e implementação do tratamento precoce, e permitiu que a grande imprensa passasse a pautar as comunicações sobre a pandemia.

Somado a isso, as constantes demonstrações de não disposição por parte do Executivo de exercer plenamente suas prerrogativas gerou um vácuo objetivo de poder. Vácuo este que vem sendo preenchido por ações de ingerência dos demais poderes.


 

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