por camila abdo e paulo eneas
Uma nova leva de presos foi colocada nas ruas da Grande São Paulo estes dias a pretexto da pandemia do vírus chinês, que tornou-se o instrumento perfeito para colocar em prática  a agenda esquerdista do desencarceramento em massa.

Somente na primeira quinzena de fevereiro, um total de cento e vinte e dois detentos que estavam custodiados nos Centros de Detenção Provisória das cidades paulistas de Mogi das Cruzes e Suzano foram colocados nas ruas.

O detentos foram soltos com base na Recomendação 62 do Conselho Nacional de Justiça. Uma recomendação que na prática tem força de lei, apesar não ter sido votada por nenhum parlamentar. Esta recomendação, adotada no início da pandemia, orienta o poder judiciário a “evitar contaminações em massa de detentos”.

Para evitar a suposta contaminação em massa, a justiça tem ordenado ao sistema carcerário a soltura generalizada de presos. Estima-se que desde o início da pandemia mais de trinta mil detentos foram colocados nas ruas pela justiça com base nesta recomendação.

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, os cento e vinte e dois detentos das duas cidades paulistas foram soltos por determinação da justiça e colocados nas ruas na primeira quinzena deste mês de fevereiro.

Ainda de acordo com a secretaria, dos mais de três mil detentos provisórios de Suzano e Mogi das Cruzes, cerca de cinquenta testaram positivo para a covid desde o início da pandemia, mas todos já estão recuperados.

Enquanto isso, a população de bem continua trancada em casa e impedida de trabalhar por conta de lockdowns, fechamentos, toques de recolher e outras medidas ilegais e inconstitucionais tomadas por governadores e prefeitos. Obviamente o mundo da  criminalidade só tem a agradecer.


 

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