por angelica ca e paulo eneas
Em uma nota corajosa publicada nesta segunda-feira (01/03), o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) tornou pública sua posição contrária ao lockdown como medida para o enfrentamento à pandemia do vírus chinês. A nota veio em resposta ao decreto do governador Ibaneis Rocha, que decretou lockdown em Brasília por quinze dias sob pretexto de combater à pandemia.

A medida implementando o lockdown foi adotada pelo governador no último domingo (28/02) e gerou protestos da população e dos empresários e comerciantes, conforme mostramos em artigo do Crítica Nacional publicado hoje mais cedo.

Na nota, o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal cita o exemplo do Estado do Amazonas, unidade da federação com maior índice de isolamento social do Brasil, e que apresentou o maior número relativo de internações e mortes por covid cerca de quarenta dias após o primeiro lockdown, evidenciando o fracasso de deste tipo de medida de isolamento.

O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal ainda afirma que a restrição de liberdade causa o aumento da incidência de transtornos mentais, o uso e abuso de álcool e  outras drogas, o agravamento das demais doenças crônicas, além de prejuízo à economia, provocando desemprego, fome, violência e consequentemente mais caos à saúde.

A nota afirma que a medida se mostrou ineficaz e é atentatória aos direitos fundamentais preconizados na Constituição Federal, e reforça que esse tipo de medida é condenada até mesmo pela esquerdista Organização Mundial de Saúde.

O texto da nota pode ser lido no website do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal que pode ser acessado neste link aqui.

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