por paulo eneas
Os governadores estão numa óbvia ação articulada e coordenada para promover mais fechamentos, lockdowns e estrangular ainda mais a economia do país a pretexto do vírus chinês, para desta forma poderem chantagear o Governo Federal por mais recursos públicos, incluindo a ajuda emergencial, para a qual Governo Federal já cedeu e que tem o potencial de fragilizar de vez as finanças públicas.

Para esta ação de sabotagem da economia e agressão a direitos básicos da população, os governadores contam com endosso pleno da grande imprensa, que em momento algum tem a dignidade de fazer qualquer questionamento sobre a eficácia e a fundamentação  científica destas medidas de fechamento e restrição no que diz respeito à efetividade destas medidas para fazer frente à pandemia.

Enquanto esta visível ação coordenada dos governadores toma corpo, o Governo Federal não consegue elaborar uma mísera estratégia sequer para dar resposta a esse ataque. O Presidente Bolsonaro permanece praticamente solitário e isolado em um esforço quase desesperado, e nem sempre bem-sucedido em termos de estratégia política e de comunicação, para lidar com a situação.

Um presidente isolado cercado de ministros incompetentes
O presidente muitas vezes fica na situação quase constrangedora de ter que dar explicações ou mesmo queixar-se da situação, enquanto enfrenta sozinho a hostilidade da grande imprensa.

Ao mesmo tempo, seus auxiliares mais diretos têm se mostrado incompetentes e incapazes de fornecer subsídios ao presidente para elaborar estratégias de resposta. Além disto, estes auxiliares têm demonstrado falta de lealdade, pois não são nem mesmo capazes de ombrear lado a lado com o presidente neste embate.

Os exemplos desta omissão e covardia dos auxiliares diretos do Presidente da República são claros e evidentes: André Mendonça, da pasta da Justiça, não se pronuncia nem toma ações concretas diante das inúmeras ilegalidades. Damares Alves, dos Direitos Humanos, submergiu, ocupando-se da agenda identitária esquerdista da sua pasta e da sua pré-campanha ao Senado.

O Ministro das Comunicações, Fabio Faria, além de dedicar um tempo razoável à “lacração” em redes sociais e a promover disputas internas palacianas visando seu projeto político pessoal, não foi capaz até agora de oferecer ao presidente um único plano de ação estratégica na área de comunicações para fazer frente a avalanche midiática contra o governo presente diariamente em quase todos os veículos.

Por sua vez, o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, mostra-se sempre muito mais preocupado em não contrariar estes mesmos governadores que articulam contra o Presidente da República, do que efetivamente afirmar e demonstrar a autoridade institucional do Ministério da Saúde em assuntos relativos à pandemia.

Esta omissão e lerdeza de Pazuello e dos demais ministros mencionados, por sinal, são os principais responsáveis pela percepção de vácuo de poder e de autoridade em nível nacional em relação à pandemia. E é justamente desta percepção de vácuo de poder que deriva a ação de confronto da parte dos governadores e da imprensa.

Os auxiliares diretos do presidente mencionados acima têm a obrigação de apresentar ao Chefe de Estado alternativas diante deste quadro. Ou fazem isso, ou precisam ser todos exonerados, em virtude da incompetência e despreparo que tem gerado prejuízos ao país e um desgaste político desnecessário ao Presidente da República.

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