por angelica ca e paulo eneas
Sete países europeus suspenderam esta semana em parte ou integralmente a vacinação contra a covid com a vacina AstraZeneca, em decorrência dos casos relatados de formação de coágulos sanguíneos em pacientes após serem vacinados com o imunizante desta empresa. Os países que suspenderam a vacinação são Dinamarca, Noruega, Áustria, Estônia, Letônia, Lituânia e Luxemburgo.

A Noruega juntou-se à Dinamarca nesta quinta-feira (11/03), e suspendeu todas as vacinações da AstraZeneca por um período de duas semanas depois que uma mulher de 60 anos que havia sido vacinada formou um coágulo sanguíneo e veio a óbito em seguida.

Na segunda-feira (08/03), a Áustria informou que parou de administrar um lote de imunizantes produzidos pelo laboratório da AstraZeneca. O anúncio se deu após a morte de uma enfermeira de 49 anos que desenvolveu graves distúrbios de sangramento, dias depois de ser vacinada.

Além disso, esta mesma vítima teria desenvolvido uma enfermidade associada à embolia pulmonar e que está sendo investigada. A Itália também anunciou esta semana que irá interromper o uso do lote da AstraZeneca que era usado na Áustria, devido a relatos de efeitos colaterais similares.

Como o Crítica Nacional vem afirmando há meses, a humanidade inteira está sendo submetida à condição de cobaia humana pelas forças globalistas que impuseram a pandemia do vírus chinês.

Trata-se de um crime continuado em escala internacional, pois estas vacinas experimentais que estão sendo impostas às populações desamparadas e reprimidas por seus governantes não têm eficácia comprovada, e seus efeitos colaterais são incertos, podendo até mesmo ser fatais.

Poucos governantes no mundo tiveram a coragem dos governantes da Índia, Coreia do Sul e Rússia, que não se dobraram ao criminoso lobby farmacêutico monopolista internacional, e em vez disso adotaram soluções de tratamento preventivo e precoce, baseado em evidências científicas do uso de medicamentos off label, e estão obtendo excelentes resultados. Informações de La Nacion, RT e France 24


 

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