por paulo eneas
Segundo informações que circulam neste domingo (14/03), é dada como certa a saída do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Caso confirmada sua saída, será a melhor notícia neste momento para o governo e para o povo brasileiro. Nos meses que ficou à frente da pasta, Pazuello mostrou-se despreparado e incompetente para a gestão da pandemia do vírus chinês, conforme apontamos aqui no Crítica Nacional inúmeras vezes.

Eduardo Pazuello não teve capacidade de implementar o tratamento precoce e preventivo, que sempre foi defendido pelo Presidente Bolsonaro desde o início da pandemia, cedeu facilmente ao lobby internacional das vacinas e não foi capaz de demonstrar autoridade ante às investidas dos governadores.

Pelo contrário, Pazuello preocupou-se muito mais preocupado em agradar politicamente aos governadores, especialmente ao governador tucano paulista João Doria. Em mais de uma oportunidade, o agora quase ex-ministro precisou ser desautorizado e desmentido pelo próprio presidente, e esteve em vias de ser exonerado ainda no ano passado.

Com sua saída dada como certa, o presidente terá agora a oportunidade de indicar um nome para o Ministério da Saúde que esteja efetivamente comprometido com as diretrizes que o próprio presidente sempre defendeu em relação à pandemia, a saber: acesso amplo ao tratamento precoce e preventivo.

Esperamos que o presidente nomeie para a pasta um titular que esteja comprometido com esta diretriz, e implemente uma política nacional ampla e ousada de tratamento precoce e preventivo com base nas experiências bem-sucedidas de diversas cidades brasileiras e de países como Coreia do Sul, Rússia e Índia.

O presidente possui vários nome de alto gabarito à sua disposição, como os doutores Paulo Zanotto, Nise Yamaguchi, Raissa Soares, o médico e prefeito de Porto Feliz, Cassio Prado, e inúmeros outros que tiveram e têm experiência real e concreta em seus hospitais e cidades implementando com sucesso o tratamento preventivo e precoce contra a covid e salvando milhares de vidas.

O Presidente Bolsonaro poderá assim mostrar aos brasileiros, e mesmo ao mundo, que é possível enfrentar a pandemia do vírus chinês salvando vidas e sem precisar destruir a economia e agredir direitos e garantias fundamentais dos cidadãos. Está nas mãos do presidente fazer a coisa certa. E para isso ele conta com o apoio amplo da população, como as manifestações de hoje demonstraram.


 

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