por angelica ca e paulo eneas
O município de Maxaranguape (RN) não registrou nenhum óbito e não teve nenhum caso de UTI e urgência devido à covid desde o início da segunda onda da pandemia do vírus chinês. Em entrevista na semana passada, o prefeito da cidade afirmou que o sucesso no combate à pandemia deve-se ao tratamento precoce com ivermectina e outras iniciativas, incluindo barreiras sanitárias e fiscalização.

Segundo o prefeito Luís Eduardo, até o dia 08 de março havia 96 casos suspeitos de contaminação pelo vírus chinês no município. Antes disso, 511 casos foram descartados, 264 confirmados, sendo destes 3 óbitos de pacientes que apresentavam alguma comorbidade. Além disso, o município registra 248 recuperados, e atualmente 13 pessoas encontram-se em tratamento em isolamento, porém, sem necessidade de serem internados.

A prefeitura de Maxaranguape comprou cerca de 15 mil comprimidos de Ivermectina para uma população de cerca de 13 mil habitantes. O medicamento é distribuído gratuitamente na farmácia do município sob prescrição médica. A Ivermectina é um vermífugo que, juntamente com a hidroxicloroquina, tem se mostrado o mais eficaz medicamente para uso off label para a prevenção e tratamento precoce da covid.

As alegações de que estes medicamentos não possuem “comprovação científica” são falsas e cínicas, e refletem tão somente o descompromisso com a vida e os interesses escusos de natureza política ou econômica de quem as profere. Experiência como a do município potiguar de Maxaranguape (RN) espelham experiências semelhantes bem-sucedidas de cidades como Porto Feliz (SP), Porto Seguro (SC) e inúmeras outras.

É inexplicável e inaceitável, portanto, que diante de evidências empíricas inquestionáveis sobre a efetividade do tratamento precoce e preventivo com medicamentos como ivermectina e hidroxicloroquina, o Governo Federal não tenha tido competência para implementar em âmbito nacional as experiências bem-sucedidas destas cidades no combate a covid.

Milhares e milhares de vidas teriam sido salvas se tivéssemos tido um titular à frente do Ministério da Saúde que fizesse valer sua autoridade institucional e determinasse como política de Estado do Governo do Brasil a adoção ampla e generalizada do tratamento precoce e preventivo contra a covid. Rússia, Índia e Coreia do Sul adoram estas políticas e salvaram milhares de vidas de seus concidadãos.

Mas em vez disso, desde o início da pandemia do vírus chinês, a despeito do posicionamento correto do Presidente Bolsonaro em favor do tratamento precoce, não tivemos em momento algum um Ministro da Saúde à altura dos desafios do cargo para o momento da pandemia.

Em vez disso, todos os titulares que passaram pela pasta foram omissos, renderam-se ao lobby internacional das vacinas, e capitularam ante à pressão da grande mídia e do governadores, e em momento algum nenhum deste titulares teve coragem o bastante para fazer o que precisava e precisa ser feito.

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