por paulo eneas
Diante de inúmeros fatos incontestáveis relacionados ao estrangulamento social, jurídico-institucional e econômico que vem ocorrendo no país, o que ainda falta para o Governo Federal compreender que não estamos em uma pandemia viral convencional, mas sim numa operação de guerra desencadeada deliberadamente contra a liberdade e a vida de milhões de brasileiros?

A perseguição que está sendo feita às claras pela grande imprensa, pelas empresas proprietárias das redes sociais, e por setores da classe política e do braço jurídico do estamento burocrático, contra médicos e prefeitos que estão salvando vidas de brasileiros por meio do tratamento precoce da covid não é por si só suficiente para compreender a dimensão desta guerra?

É inconcebível que ninguém no Governo Federal, seja da área de informações e de inteligência, da Secretaria de Assuntos Estratégicos e demais órgãos, tenha tido capacidade de perceber desde o início que esta pandemia não era acidental, mas um ato de guerra deliberado, e municiar o Presidente da República com as alternativas de ações a serem tomadas.

E se esta percepção existiu, por que não foram tomadas medidas para antecipar as ações do inimigo? Não houve ou não há inteligência estratégica o bastante no Governo Federal para perceber que a retirada de prerrogativas do presidente para tratar de assuntos da pandemia, e a consequente transferência de poder para governadores, iria fazer parte desta operação de guerra?

Ninguém no Governo Federal compreendeu que, como em toda a guerra, o tratamento de informações é tão valioso quanto o número de combatentes?

Mas em vez disto, a ignorância estratégica prevalecente em Brasília levou o governo a editar decreto blindando a grande imprensa, deixando-a livre e protegida para fazer o que ela tem feito desde então: atuar no front inimigo, contra a vida e a liberdade dos brasileiros e contra o próprio governo, como mostramos no artigo Decreto Federal Blindou a Grande Imprensa Para Espalhar Pânico & Desinformação na Pandemia. Quem orientou o presidente a assinar essa estrovenga?

Não havia ou não há, dentre os vários assessores presidenciais, ninguém inteligente e leal o bastante que pudesse advertir o presidente desde o começo do papel nefasto e sabotador que seria, como de fato foi, desempenhado por figuras como Sergio Moro e Luiz Henrique Mandetta?

Cabe questionar se não havia ou não há um único conselheiro jurídico sequer que fosse capaz de mostrar ao Presidente Bolsonaro a armadilha representada pela Lei 13.979, a Lei Mandetta-Moro do Coronavírus, como apontamos no artigo A Prioridade Nacional É Revogar a Lei 13.979 do Coronavírus: O Cavalo de Troia da Pandemia, e que constitui-se na base pseudo-jurídica que, junto com decisões judiciais dela decorrentes, respalda as ações atuais dos governadores.

Por que até agora não foi enviado ao Congresso Nacional um projeto revogando esta lei? Por qual razão nenhum parlamentar da base governista teve até agora a capacidade de tomar a iniciativa de apresentar projeto revogando esta lei?

Neste momento mais crítico da pandemia, com milhares de mortes diárias, não há inteligência o bastante no Palácio do Planalto ou na Esplanada do Ministérios para dizer ao presidente que ter repassado bilhões de reais recursos públicos federais aos governadores foi um erro, pois seria óbvio que estes recursos iriam para o ralo dos desvios e da corrupção, e que a estratégia a ser adotada deveria ser outra?

Neste momento em que, além da tragédia das mortes, ocorre um ataque sem precedentes às liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos, que estão sendo humilhados, perseguidos, presos e algemados ilegalmente, impedidos de trabalhar, tendo suas residências invadidas e sendo jogados na sarjeta da miséria, não há no Governo Federal quem perceba que se trata de um novo estágio desta guerra, que exige resposta imediata para salvaguardar a vida e a liberdade dos brasileiros?

E por fim, não há no Governo Federal quem compreenda que os agentes comunistas e globalistas internos e externos que estão empreendendo este ataque, prosseguirão esgarçando o país, rompendo seu tecido social, dilapidando o que resta de qualquer vestígio de ordenamento jurídico-institucional, continuarão a atuar até as eleições do ano que vem?

Não há quem perceba que o objetivo desta guerra de longo prazo contra o povo brasileiro é derrotar o Presidente Bolsonaro para trazer volta o Foro de São Paulo ou então um preposto do Partido Comunista Chinês para a Presidência da República? Não há quem considere este risco bastante real em função do rumo dos acontecimentos?

Ocorre que dado o nível de estrangulamento social e econômico que vem ocorrendo no Brasil desde o ano passado e que acentuou-se no início deste ano, é de se questionar se ainda haverá país para ter eleições daqui um ano e meio. A prosseguir esse grau de estrangulamento que estamos assistindo, é mais provável termos uma Venezuela do Sul de dimensões continentais no curto e médio prazo.

Além disto, não pode haver ilusão de que a pandemia do vírus chinês será debelada no curto ou médio prazo com as vacinas. Pois além da baixa e questionável eficácia imunológica e da incerteza quanto à segurança, as vacinas não vieram como solução para um problema epidemiológico convencional.

É preciso ter claro que as vacinas fazem parte do arsenal da guerra desencadeada contra nós, com a finalidade explícita se servir de mecanismo para aumento do controle social por parte do Estado, conforme claramente delineado pelos agentes globalistas que promoveram esta guerra.

O Governo Federal tem a obrigação de reagir agora, nesse momento, tendo em vista que se trata de enfrentar uma guerra que o inimigo já decidiu que vai durar ao menos mais um ano e meio. Nada justifica as omissões de ministros, os recuos, a opção por não correr riscos, que têm sido a tônica do Governo Federal ao longo da pandemia.

O Presidente Bolsonaro conta com apoio da população para tomar as rédeas de seu governo e fazer o que precisa ser feito: demitir ministros e incompetentes e omissos, descompromissados com missão histórica de seu governo, como André Mendonça, Damares Alves, Fabio Faria, além de assessores incompetentes que ocupam-se mais em operar como vazadores de informações para a imprensa.

O presidente precisa reunir o que de melhor existe da inteligência estratégia e geopolítica nacional para oferecer-lhe opções de curso de ações a tomar. Precisa convocar as lideranças do Congresso Nacional, expor a gravidade da situação e comunicar a elas o que ele decidiu fazer, e dizer claramente que está retomando suas prerrogativas e obrigações de Chefe de Estado, e que não permitirá que estas prerrogativas lhes sejam subtraídas.

O presidente precisa vir em rede nacional de rádio e televisão com regularidade, expor a situação, dizer o que vai fazer, conclamar pelo apoio e pela confiança da população e dizer claramente o rumo que o país seguirá sob sua liderança: o rumo da lei e da ordem, do cumprimento integral da Constituição Federal, o rumo da garantia do direito ao trabalho e da liberdade, da garantia de que a pandemia será combatida visando salvar vidas, e não atender lobbies econômicos de corporações.

Não se vence uma guerra fazendo de conta que ela não existe, como tem sido a conduta do Governo Federal até agora. É hora de dar um basta nesta postura, e quem pode e deve fazer isso é o Chefe de Estado.

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