por angelica ca e paulo eneas
A semana foi marcada por um aumento nas tensões entre os Estados Unidos e a Rússia por conta declarações do impostor Joe Biden, que afirmou em entrevista que Vladimir Putin pagaria um preço pela suposta interferência russa nas eleições americanas. Joe Biden também acusou indiretamente Vladimir Putin de assassino, por mandar matar seus inimigos políticos na Rússia.

Logo após as declarações, o governo russo chamou seu embaixador nos Estados Unidos de volta a Moscou na quarta-feira (17/03) para consultas, procedimento que no meio diplomático indica uma deterioração nas relações diplomáticas entre os países envolvidos.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, classificou as alegações de suposta interferência eleitoral russa nas eleições norte-americanas como “absolutamente infundadas”, acrescentando que a alegação era apenas um pretexto de Joe Biden para justificar novas sanções norte-americanas contra Moscou.

Os comentários de Joe Biden, um impostor pedófilo e senil que ocupa a Casa Branca após as eleições fraudadas do ano passado, foram feitos um dia após a divulgação de um relatório do Escritório do Diretor de Inteligência Nacional, na terça-feira (16/03), trazendo conclusões sobre suposta interferência russa nas últimas eleições norte-americanas.

O relatório afirma que Vladimir Putin teria aprovado a realização de operações de influência destinadas a denegrir a candidatura do candidato democrata Joe Biden e do próprio Partido Democrata. O relatório também afirma que as operações visavam apoiar o então presidente norte-americano Donald Trump, além de procurar minar a confiança do público no processo eleitoral, e exacerbar as divisões sociopolíticas nos Estados Unidos.

O relatório, ou ao menos o que dele veio a público, não traz qualquer evidência que corrobore suas alegações. Desde 2016, quando Donald Trump foi eleito presidente vencendo a candidata democrata Hillary Clinton, os democratas insistem na narrativa de uma suposta interferência russa em assuntos internos dos Estados Unidos para beneficiar a direita daquele país.

A narrativa contrasta com a história real das relações entre Estados Unidos e Rússia, especialmente a partir do final da Segunda Guerra, quando a então União Soviética passou a exercer uma forte ação de inteligência e espionagem em solo americano para beneficiar, obviamente, a esquerda norte-americana, incluindo os setores da esquerda que posteriormente passaram a controlar o Partido Democrata. Informações de ABC, CNBC e Zero Hedge.


 

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