por paulo eneas
O Presidente Bolsonaro fez um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão na noite desta terça-feira (23/03) para tratar exclusivamente do assunto da vacinação contra a covid. Durante cerca de três minutos, o presidente leu no teleprompter um texto descrevendo as ações do governo para aquisição e distribuição dos imunizantes de diferentes laboratórios.

O presidente anunciou também a potencial autossuficiência do Brasil na produção de vacinas contra a covid até o final do ano. O pronunciamento não fez qualquer menção ao tratamento precoce e preventivo que o próprio presidente defendia com ênfase, com base em informações bem fundamentadas, desde o início da pandemia, e que seguramente ainda defende.

O tratamento precoce e a profilaxia têm salvo a vida de milhares de brasileiros nos poucos municípios onde ele é adotado, graças à coragem de alguns prefeitos e médicos que não se dobraram à narrativa hegemônica e falsa de que a vacinação, acompanhada de medidas de restrição à atividade econômica e dos direitos civis, seja a única abordagem possível para a pandemia.

Esta coragem demonstrada por alguns poucos prefeitos e médicos faltou ao Governo Federal e a todos os titulares que passaram pelo Ministério da Saúde desde o início da crise sanitária. Esta falta de determinação ficou evidenciada na própria fala do presidente, ao não fazer qualquer menção ao tratamento precoce, do qual próprio presidente foi e continua sendo defensor, mas sem conseguir transformar este seu posicionamento em uma realidade de política de Estado para pandemia.

Não houve qualquer menção no pronunciamento aos crimes que estão sendo praticados diariamente por governantes locais contra os brasileiros de bem que precisam trabalhar, e que estão sendo humilhados e agredidos por policiais e guardas civis metropolitanas que têm usado de violência física para impedir o direito sagrado que toda pessoa tem de trabalhar.

O pronunciamento do presidente foi basicamente pautado pela narrativa falsa imposta pela grande mídia e pelos inimigos do governo de que o presidente seria supostamente indiferente em relação à pandemia, o que é rigorosamente falso. Foi um pronunciamento ditado pelo politicamente correto, pela ausência de espontaneidade do presidente, e que politicamente refletiu uma posição defensiva. Foi o retrato de um dos momentos mais críticos vividos pelo país e pelo governo.

Nos artigos abaixo detalhamos uma série de medidas, todas amparadas pela Constituição Federal, que podem ser tomadas pelo Presidente da República para efetivamente passar a exercer o poder institucional que lhe foi conferido por quase sessenta milhões e brasileiros e tomar as rédeas do país para assegurar a lei e a ordem e fazer o enfrentamento efetivo à pandemia:

1) Atrocidades & Violência Generalizadas Por Todo País: Governo Federal Precisa Adotar Medidas Urgentes

2) Depois das Manifestações: O Que O Governo Precisa Fazer Neste Momento

3) Saída de Eduardo Pazuello: Governo Terá A Chance de Implementar Tratamento Precoce e Preventivo

4) Faltam Leitos de UTI em Todo o País: Onde Está O Dinheiro Repassado Pelo Governo Federal?

5) A Prioridade Nacional É Revogar a Lei 13.979 do Coronavírus: O Cavalo de Troia da Pandemia


 

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