por paulo eneas
Segundo nota publicada na Revista Época nesta sexta-feira (26/03), o ministro da Economia, Paulo Guedes, teria afirmado que as saídas do chanceler Ernesto Araújo e do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, seriam necessárias para o Brasil recuperar a imagem no exterior e para propiciar a retomada de investimentos estrangeiros no país.

Não vimos até o presente momento qualquer desmentido da parte do ministro da Economia. Caso ele realmente tenha feita essa afirmação e esteja de fato operando para a demissão de Ernesto Araújo e Ricardo Salles, trata-se de uma demonstração de deslealdade não apenas a estes ministros, mas ao próprio Presidente Bolsonaro.

Afinal, não cabe a um ministro nomeado pelo presidente sugerir a saída de outro ministro, também nomeado pelo presidente. Pois além de representar uma quebra de hierarquia, tal atitude representa também uma afronta direta à autoridade do Presidente da República, a quem cabe exclusivamente decidir pela nomeação e demissão de qualquer ministro.

Paulo Guedes precisaria vir a público imediatamente desmentir a informação. No entanto, segundo nossas fontes, o ministro já teria demonstrado que não irá fazer desmentido em público. Neste aspecto, sua conduta não difere em nada da conduta adotada meses atrás, quando Paulo Guedes veio a público defender a saída do então ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Premissas falsas
A nota da Revista Época afirma que Paulo Guedes teria alegado razões de “imagem” do Brasil no exterior para defender a saída do chanceler Ernesto Araújo e do ministro Ricardo Salles. A premissa é rigorosamente falsa, e Paulo Guedes é inteligente o bastante para saber disso. A articulação política que vem sendo feita para a saída destes dois ministros não tem nada a ver com a economia, mas sim com disputa de poder político interno.

Esta disputa de poder, acentuada pelos posicionamentos recentes ambíguos e pouco claros do próprio presidente, é levada a cabo principalmente pelo Centrão que, por sua vez, vem operando como vocalizador dos interesses do Partido Comunista Chinês, particularmente na questão referente ao 5G e aos interesses da Huawei, o braço de inteligência e espionagem da ditadura comunista chinesa.

Paulo Guedes vem repetindo já algumas semanas que a vacinação em massa seria a pré-condição para a retomada da normalidade econômica. Aqui também cabe observar que Paulo Guedes é inteligente o bastante para saber que esta afirmação é falsa. Primeiro por não haver garantia alguma de volta à normalidade quando toda a população estiver vacinada.

Essa não garantia é vocalizada pelos próprios defensores da vacinação em massa, ao afirmarem que apesar da vacinação vai ser necessário continuar com distanciamento social, restrições de circulação de pessoas e de atividades econômicas, além da manter-se a obrigatoriedade do uso de máscaras. Obrigatoriedade essa que não impediu, e nem impediria, que o vírus se alastrasse.

Ou seja, a vacinação não é solução, nem mesmo no plano da economia, pelo simples fato de que estas vacinas são experimentais e não garantirão a imunidade real da população contra o vírus. Pelo contrário, a vacinação em massa poderá acarretar implicações colossais para a saúde pública, conforme apontam inúmeros epidemiologistas, de consequências ainda desconhecidas tanto para a saúde quanto para a economia.

Portanto, condicionar a retomada da economia à vacinação é uma falácia, e Paulo Guedes é inteligente o bastante para saber disso. A retomada da economia passa pelas reformas, pelo restabelecimento da lei e da ordem, pelo controle dos gastos públicos com o fim do coronavoucher, pelo restabelecimento do direito ao trabalho, pelo fim dos lockdowns, pelo restabelecimento dos direitos e garantias fundamentais, pela retomada das prerrogativas da Presidência da República.

Paulo Guedes é inteligente o bastante também para saber que o que foi dito acima é a verdade, e que vincular a retomada da economia à saída dos ministros Ernesto Araújo e Ricardo Salles é uma grande falácia ditada unicamente pela disputa de poder político. Cabe portanto a Paulo Guedes, para o bem do governo e do país, vir a público fazer um desmentido.

Nos artigos abaixo detalhamos uma série de medidas, todas amparadas pela Constituição Federal, que podem ser tomadas pelo Presidente da República para efetivamente passar a exercer o poder institucional que lhe foi conferido por quase sessenta milhões e brasileiros e tomar as rédeas do país para assegurar a lei e a ordem e fazer o enfrentamento efetivo à pandemia:

1) Atrocidades & Violência Generalizadas Por Todo País: Governo Federal Precisa Adotar Medidas Urgentes

2) Depois das Manifestações: O Que O Governo Precisa Fazer Neste Momento

3) Saída de Eduardo Pazuello: Governo Terá A Chance de Implementar Tratamento Precoce e Preventivo

4) Faltam Leitos de UTI em Todo o País: Onde Está O Dinheiro Repassado Pelo Governo Federal?

5) A Prioridade Nacional É Revogar a Lei 13.979 do Coronavírus: O Cavalo de Troia da Pandemia


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE