por paulo eneas
Desde o anúncio da mudança no Ministério da Defesa e a consequente alteração no comando de cada uma das Forças Armadas, a grande imprensa e parcela do establishment político começou a plantar a narrativa de uma suposta “politização” das Forças Armadas. A narrativa vem acompanhada de reações histéricas de parlamentares de esquerda e de comentários enviesados de pseudoanalistas da grande mídia.

Esta narrativa desonesta está presente também até mesmo sob a forma de posicionamentos editoriais, como o blog pró-tucano e pró-chinês O Antagonista que, na sua costumeira histeria própria de sacripantas do jornalismo de esgoto, referiu-se às recentes mudanças no primeiro escalão do governo como sendo autogolpe.

As coisas precisam ser colocadas às claras para o público: a Constituição Federal estabelece claramente que o Presidente da República é o Comandante Supremo das Forças Armadas, cabendo a ele, portanto, a prerrogativa de efetuar as alterações que julgar apropriadas no comando militar. Ao fazer estas alterações o presidente está exercendo sua prerrogativa constitucional.

Enxergar neste exercício de prerrogativa institucional por parte do presidente alguma intenção de “politização” do comando militar ou de um suposto autogolpe é atitude própria de delinquente intelectual. Uma atitude delinquentes que insulta o Presidente da República, insulta as Forças Armadas e insulta a inteligência de qualquer cidadão intelectualmente honesto.

Pode-se até mesmo questionar: estariam os arautos dessa retórica delinquente sugerindo que esta prerrogativa constitucional do presidente também fosse retirada, assim como foram retiradas, inconstitucionalmente, prerrogativas outras do Chefe de Estado em período recente?

Estariam estes arautos da delinquência intelectual que não enxergam problema algum no fato de o presidente estar engessado e impedido de exercer todas as suas prerrogativas constitucionais em meio à pandemia (impedimento este que trouxe consequências nefastas para a vida, os empregos, os negócios, a ordem jurídica, o império da lei, as garantias individuais e a liberdade de todos os brasileiros) sugerindo que o presidente seja ainda mais engessado?

Não pode haver desonestidade e cinismo maiores do que falar em suposta politização das Forças Armadas por conta de uma alteração de Comando determinada pelo seu Comandante Supremo.

A desonestidade e o cinismo são ainda maiores quando esta narrativa mentirosa é plantada no momento em que País vive uma crise econômica e social e de saúde pública. Crise esta decorrente justamente da retirada de prerrogativas presidenciais para tratar da pandemia, e também decorrente das atitudes criminosas de governantes locais contra a população.

O Presidente da República precisa e deve promover as alterações que julgar apropriadas no comando das Forças Armadas. É seu direito e até mesmo sua obrigação como Chefe de Estado.

Mais do que isto, opresidente necessita empenhar todos os esforços para, no termos da Constituição Federal, reaver suas demais prerrogativas institucionais e tomar as rédeas da Nação e restabelecer o império da lei e da ordem, que foram na prática abolidas em período recente. É dever e obrigação do Chefe de Estado exercer plenamente suas atribuições, e é isto que os brasileiros esperam de seu presidente.


Nos artigos abaixo detalhamos uma série de medidas, todas amparadas pela Constituição Federal, que podem ser tomadas pelo Presidente da República para efetivamente passar a exercer o poder institucional que lhe foi conferido por quase sessenta milhões e brasileiros e tomar as rédeas do país para assegurar a lei e a ordem e fazer o enfrentamento efetivo à pandemia:

1) Atrocidades & Violência Generalizadas Por Todo País: Governo Federal Precisa Adotar Medidas Urgentes

2) Depois das Manifestações: O Que O Governo Precisa Fazer Neste Momento

3) Saída de Eduardo Pazuello: Governo Terá A Chance de Implementar Tratamento Precoce e Preventivo

4) Faltam Leitos de UTI em Todo o País: Onde Está O Dinheiro Repassado Pelo Governo Federal?

5) A Prioridade Nacional É Revogar a Lei 13.979 do Coronavírus: O Cavalo de Troia da Pandemia


 

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