por angelica ca e paulo eneas
Em assembleia extraordinária realizada em 22 de março, a Associação dos Docentes da Universidade de Brasília aprovou uma moção de repúdio exigindo o bloqueio de cooperação científica com Israel, país cujo estágio de desenvolvimento científico e tecnológico é admirado em todo o mundo.

Em fevereiro, a reitora da reitora da Universidade de Brasília, Márcia Abrahão, divulgou um encontro com o embaixador de Israel, Yossi Shelley, no qual foram discutidas propostas de colaboração científica e tecnológica. Do encontro resultou um convite às empresas israelenses para se instalarem no Parque Científico e Tecnológico da UNB (PCTec/UnB).

Em resposta, um grupo de docentes e discentes da universidade enviou uma carta de protesto à reitoria, na qual apelava para a rejeição de tal colaboração, com base em acusações da existência de uma suposta base de dados documentados de supostos crimes que evidenciariam um suposto “caráter racista e expansionista de Israel e do regime de apartheid que o caracteriza”.

Na carta, as associação dos docentes coloca-se frontalmente contrária a qualquer cooperação com o Estado de Israel, e alega para isso supostas agressões a direitos humanos e convenções internacionais, e pressiona a Reitora para não efetivar a cooperação da UnB com empresas e cientistas israelenses.

A associação de docentes da Universidade de Brasília é controlada por comunistas, como ocorre com a maioria das entidades sindicais universitárias. As alegações feitas na carta contra o Estado de Israel, acusando aquele país de apartheid, racismo e outros são rigorosamente falsas, e espelham apenas o caráter racista e antissemita da esquerda.

A carta do sindicato universitário é apenas mais uma dentre as inúmeras iniciativas caluniosas dos comunistas e da esquerda em geral, que há décadas usam desse tipo de acusação e narrativa caluniosa para atacar a única democracia existente no Oriente Médio.

A carta também é uma evidência da colocação em prática da máxima atribuída a Lenin em sua exortação aos comunistas: “Xingue seus inimigos daquilo que você é, e acuse-os daquilo que você faz”.


 

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