por angelica ca e paulo eneas
O Ministério Público do Trabalho investigará empresas brasileiras que ofereceram tratamento precoce contra o vírus chinês aos seus funcionários, o chamado kit covid.

A iniciativa hedionda deste órgão público controlado e aparelhado por esquerdistas insere-se no esforço que vem sendo feito pela grande imprensa e pelas instituições corrompidas ou controladas pela esquerda visando criminalizar a única abordagem da covid que tem permitido salvar vidas: o tratamento precoce e profilático.

O Ministério Público do Trabalho tomou esta iniciativa após ser pautado por um veículo da grande imprensa, a BBC Brasil, que fez reportagem semana passada em tom de “denúncia” sobre quatro empresas que distribuem o kit covid a seus funcionários.

O kit contém os medicamentos consagrados e de eficácia verificada empiricamente para o tratamento precoce e a profilaxia para covid:  cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina e vitaminas.

A exemplo de vários municípios do país, o prefeito de Chapecó (SC), João Rodrigues, adotou o tratamento precoce em sua cidade no início do ano na cidade. Em fevereiro deste ano, a prefeitura informou que o tratamento havia sido oferecido por indústrias na região oeste do Estado, e apresentou resultados satisfatórios.

Conforme noticiado pelo Crítica Nacional em março, o Sindicato dos Médicos de São José do Rio Preto (SP) também manifestou-se por meio de nota oficial contra o lockdown imposto à cidade e em favor do tratamento precoce para a covid.

Estivesse o Ministério Público do Trabalho preocupado de fato com a saúde de funcionários de empresas privadas e públicas, deveria estar agora investigando os inúmeros casos de médicos e demais profissionais de saúde que vieram a óbito ou tiveram complicações graves após tomar a vacina chinesa.

Mas em vez disso, este órgão aparelhado pela esquerda e comprometido com uma agenda ideológica optou por seguir uma linha consistente com esta agenda, e fazer aquilo que a grande imprensa, partidos de esquerda e grandes grupos monopolistas têm feito: atacar e demonizar, visando criminalizar, o tratamento precoce para a covid. Informações de NSC Total, Metrópoles e BBC.

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