por angelica ca
O regime de ditadura narco-comunista inaugurado pelo ditador Hugo Chávez em 1999 está levando à pobreza generalizada e à destruição do aparelho produtivo na Venezuela. Pela primeira vez na história do continente, um país experimenta a situação dramática de depressão econômica generalizada com hiperinflação.

A Venezuela, que foi durante décadas o país mais rico da América Latina, atravessa uma depressão econômica aguda desde julho de 2014. A contração econômica acumulada desde aquele ano até setembro de 2020 chegou aos espantosos 94% e desde 2015 o país vive um cenário de hiperinflação.

Em um intervalo de apenas quatro anos, entre 2015 e 2019, a Venezuela caiu 18 posições no ranking das economias latino-americanas e caribenhas. O PIB venezuelano per capita em dólares já é o quarto mais baixo dentre as economias latino-americanas, estando na frente apenas de Honduras, Nicarágua e Haiti. O aumento exponencial da pobreza começou em 2014 com uma perda de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) desde então.

No início de abril, o Fundo Monetário Internacional projetou uma inflação de 5.500% para a Venezuela para este ano de 2021, havendo projeção de índice semelhante para o ano que vem. Essas projeções, presentes no último relatório de projeções macroeconômicas da instituição, consolidam a Venezuela como o país com a maior inflação do mundo, segundo seu

A má gestão econômica desencadeou a hiperinflação e a crise econômica na Venezuela, que agora afetam a demografia: estima-se que a taxa de mortalidade infantil aumentou para 26 em cada mil nascidos vivos em 2020, números comparáveis ​​aos de 30 anos atrás. Os nascidos entre 2015 e 2020 perderam 3.7 anos de expectativa de vida.

Para agravar ainda mais a situação humanitária e econômica do pais, a pandemia do vírus chinês e a implementação de restrições, levou a cabo o tímido processo de estabilização que parecia estar ocorrendo no final de 2019 e início de 2020.

Em março do ano passado, o regime do ditador narco-comunista Nicolás Maduro introduziu três novas notas de 200 mil, 500 mil e de um milhão de bolívares, expandindo assim a base monetária do país latino-americano que tem a moeda mais desvalorizada do mundo.

No entanto, essas três notas juntas não chegam a um dólar em valor. Além disso, a nova nota de um milhão de bolívares é na verdade equivalente a 100 trilhões de bolívares após as duas reconversões de moeda nas quais oito zeros foram removidos da moeda, o que denotam o fracasso do socialismo no país. Informações de La Derecha Diário, Libre Mercado  e Tierra Pura.


 

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