por dra. maria emilia gadelha serra

A herança genética nos fez diferentes. A epigenética nos fez únicos.

De acordo com um recente memorando sobre as vacinas contra a COVID-19 aos membros da Vaccines Europe, divisão da Federação Europeia das Associações e Indústrias Farmacêuticas (Efpia), “a velocidade e a escala de desenvolvimento e implementação significam que é impossível gerar a mesma quantidade de evidência subjacente que normalmente estaria disponível por meio de ensaios clínicos e da aquisição de experiência por profissionais da saúde”.

O documento afirma que essa condição gera riscos “inevitáveis”. Em função disso, a Vaccines Europe está pedindo “uma isenção de responsabilidade civil”. A Vaccines Europe representa o conjunto de fabricantes de medicamentos como Abbot, AstraZeneca, CureVac, GlaxoSmithKline, Janssen (que pertence à Johnson & Johnson), Merck, Novavax, Pfizer, Sanofi e Takeda.

Várias dessas empresas estão em negociações avançadas com a União Europeia (EU) para o fornecimento de vacinas, enquanto algumas já até fecharam acordos com os Estados Unidos e a própria EU. Interessante observar que as indústrias farmacêuticas estão exigindo  4 (QUATRO) ANOS DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE CIVIL para as vacinas contra a COVID-19 porque elas não podem correr riscos. E nós, podemos?… Será que essas vacinas anti-COVID-19 são acima do bem e do mal?!

Existe risco com diversas vacinas, sim. E não é baixo! O cientista renomado e Professor Peter Gotzsche, um dos fundadores da plataforma Cochrane, a referência mundial em Medicina Baseada em Evidências, foi expulso da plataforma por expor os riscos, “bias” (vieses) e corrupção (isso mesmo, corrupção) envolvendo os estudos da vacina anti-HPV, em função do patrocínio de 1.15 milhões de dólares que a Cochrane aceitou da Fundação Bill e Melinda Gates. Onde foram parar as regras de Compliance (conformidade) da Cochrane, considerada até então a “meca” da Medicina Baseada em Evidências?!

No Brasil, o cenário não é diferente. Para a introdução da vacina anti-HPV, por exemplo, é possível identificar no documento de 2012 “A mídia na divulgação do HPV e sua prevenção: uma reflexão sobre experiências internacionais e o cenário brasileiro” a estrutura montada para “convencer” que a referida vacina era digna de ser utilizada pelas crianças e adolescentes brasileiros e que deveria ser incorporada no SUS. O resto já sabemos.

Evento vacinal adverso é infrequente, mas não é raro, apenas é raramente reportado. Um estudo de uma agência federal norte-americana (AHCR), prima-irmã do CDC, estima 1 reação vacinal a cada 39 vacinas aplicadas (2.6% da vacinação em geral).

Enquanto isso, a subnotificação dos eventos adversos vacinais é estimada em até 99%, conforme estudo de Harvard Pilgrim (aposto que você nunca ouviu falar…), que pode ser facilmente consultado no Pubmed. Há centenas de ações indenizatórias em andamento nos USA, Canadá e Japão movidas por vítimas da vacina Gardasil (uma das vacinas anti-HPV) – sem falar na ação envolvendo 700 meninas na Colômbia – um processo judicial de 160 milhões de dólares – e também das vacinas Zostavax e Shingrix (anti-herpes zoster).

Veja o escândalo da vacina da dengue (Dengvaxia) nas Filipinas com centenas de crianças mortas. Pesquise sobre ASIA (Autoimmune Syndrome Induced by Adjuvants). Dê um Google em “Síndrome da Guerra do Golfo”. Pesquise sobre os trabalhos do Professor Christopher Exley. E sobre POTS, já ouviu falar? E sobre PANS? Não, nada a ver com utensílios de cozinha… E de narcolepsia? Durante a epidemia de gripe suína em 2009/2010, pelo menos 1300 crianças na Europa desenvolveram narcolepsia, um grave, incapacitante e incurável distúrbio do sono.

Diversos estudos associaram o surgimento da doença à utilização da vacina Pandemrix (contra a gripe causada pelo vírus A, H1N1), a qual continha o adjuvante AS03, à base de esqualeno, um composto orgânico originário do óleo de fígado de tubarão. Apesar de não ter ficado suficientemente esclarecido se a causa seria propriamente o adjuvante utilizado, é importante que as pessoas saibam, por exemplo, que o referido ingrediente será o mesmo utilizado em várias vacinas em desenvolvimento para COVID-19…coitados dos tubarões…

Será que alguém que foi afetado ou vive o drama de alguém atingido pela narcolepsia induzida pela vacina da gripe deverá ser forçado a receber uma vacina experimental contendo o mesmo adjuvante? Não me parece nada empático. Forçar alguém a violar a sua intangibilidade corporal é algo violentíssimo e os argumentos que tenho visto não justificam excepcionar esta regra imemorial de direito natural. Precisamos lembrar que o consentimento é o “pequeno detalhe” (bem “pequeno” mesmo…) que diferencia uma relação sexual consensual de um estupro.

A maioria das pessoas, mesmo médicos, abre a boca para falar a favor da importância e principalmente da “segurança” das vacinas em geral sem nunca terem lido uma única bula deste tipo de medicamento, sequer sabem o que é VAERS. Em boa parte do mundo desenvolvido as vacinas são encorajadas, mas NÃO são obrigatórias. E onde há obrigatoriedade ou calendário vacinal mais extenso, os “outcomes” (desfechos) em termos de saúde coletiva e mortalidade infantil não são melhores. Conhecia este “detalhe”?

O Japão, por exemplo, possui um dos calendários vacinais mais enxutos e também possui, “coincidentemente”, um dos índices mais baixos de mortalidade infantil. O Japão retirou a vacina anti-HPV da disponibilidade de uso regular, em função do reconhecimento dos danos neurológicos associados. Em 2013.

No entanto, existem duas situações bem mais sérias:

1) ocorrer exatamente o OPOSTO que uma vacina promete. Uma dupla de pesquisadores franceses oncologistas constatou que nos países em que as campanhas de vacinação contra o HPV foram mais bem-sucedidas, as taxas de câncer de colo do útero aumentaram, ao invés de caírem. Estamos falando de países como a Austrália, Suécia, Noruega e Grã-Bretanha. O pior: a vacina anti-HPV não só NÃO preveniu, como acelerou a história natural da doença, acometendo mulheres jovens na década entre 20 a 30 anos de idade ao invés da esperada ocorrência a partir dos 50 anos. Esta vacina atualmente é recomendada para meninas a partir de 9 anos e para meninos a partir de 11 anos de idade em todos os continentes, inclusive no Brasil. Insanidade define. Quem se responsabiliza por isso?

2) a vacina anti-HPV vem sendo associada a irregularidades do ciclo menstrual,  relatos de falência ovariana precoce, menopausa prematura e decorrente infertilidade. Dados do VAERS, publicados em julho de 2020, na revista Nature, que podem ser vistos neste link aqui. Sem mais comentários.

Por incrível que possa parecer, é muito raro encontrar alguém genuinamente “anti-vacina”. A imensa maioria apenas deseja preservar o direito de exercer o consentimento informado (princípio básico da Ética Médica). Outros já foram vítimas ou conhecem alguém próximo que sofreu algum dano vacinal. A Medicina “one size fits all” não combina com compulsoriedade.

Há vários genes de predisposição de evento adverso vacinal e nenhuma empresa produtora de vacinas investe em pesquisa porque não há interesse em identificar subgrupos de indivíduos vulneráveis. Afinal, é mais fácil fazer campanhas de vacinação em massa, em escolas, vacinando crianças indistintamente…para quê gastar com isso, se a campanha de marketing já “garante” a adesão?

Um estudo recente, desenvolvido em julho de 2020 pela Universidade de Yale (USA), envolvendo 4000 voluntários em apenas 3 semanas, identificou as estratégias de comunicação mais eficientes para “convencer” alguém a tomar “aquele produto sempre seguro” destinado a prevenir a pandemia…

Você já ouviu falar da mutação MTHFR? Pois é… existe. Quem apresenta a mutação MTHFR possui desordem no metabolismo dos folatos, além de interferência nos processos de metilação e detoxificação do organismo, cruciais para resposta imunológica adequada e prevenção de eventuais danos vacinais, inclusive os decorrentes de exposição aos adjuvantes (metais tóxicos mercúrio e alumínio, por exemplo) utilizados na maioria das vacinas do calendário vacinal corrente.

É mais fácil e mais barato disseminar notícias falando somente dos benefícios das vacinas, sem esclarecer sobre os riscos. Infelizmente, o “corpo docente” (os “professores”) de muitos brasileiros – e até de muitos médicos, o que é bem desanimador – é a televisão. Vacina não deveria ser tabu. Pesar os prós e contras de cada uma das vacinas deveria ser normal e até recomendável. Mas não é.

Afinal, vacinam-se em geral crianças saudáveis, com o objetivo de prevenir a ocorrência de doenças comuns da infância (também doenças incomuns) e até mesmo diminuir a gravidade dessas, caso ocorram. Infelizmente presenciar uma criança saudável adoecendo POR CAUSA de uma vacina não é uma boa experiência. Vale lembrar que a história de sucesso de algumas vacinas não se estende às demais “automaticamente”.

Não podemos abordar sobre questões de saúde de galinhas e zebras de forma semelhante. E nem assumir que o que acontece com galinhas acontecerá com zebras apenas pelo fato de que são animais…mas isto é exatamente o que se faz com as vacinas em geral! “A vacina da hepatite B/galinha é extremamente eficaz, assim como a vacina tríplice viral/zebra”…mais ou menos assim… Silogismos dessa natureza não são aplicáveis, embora muitos pensem o contrário.

Pesquise os dados preliminares de eventos adversos da vacina de mRNA da Moderna e Pfizer, por exemplo, e faça uma análise honesta se ela se justifica no momento… Ainda no estado incipiente das coisas que vivenciamos, já estão surgindo diversas preocupações reflexas quanto à segurança.

Um grupo de pesquisadores acabou de publicar um alerta ponderando que algumas vacinas contra COVID-19 que utilizam “recombinant adenovirus type-5 (Ad5) vector” podem aumentar o risco de contrair o vírus HIV ou gerar resultados falso-positivos. Quem imaginaria que uma vacina poderia interferir no risco de contrair HIV? E o que mais não sabemos nem imaginamos? E o que mais nos surpreenderá nos próximos meses e anos? Depois não vai adiantar chorar o famoso leite derramado… afinal, com o sistema imunológico não se brinca.

Infelizmente somos condicionados a acreditar que vacina é “apenas soro fisiológico com pedacinho de vírus morto que só causa vermelhidão no local da aplicação”. No máximo, uma “febrinha”, que logo passa…#sqn. Quem trabalha com distúrbios de neurodesenvolvimento e doenças autoimunes sabe que os relatos de pais de pacientes (crianças) fazendo associações temporais com vacinas não são raros.

Considera-se evento adverso vacinal a reação que acontece ATÉ 42 dias após a aplicação de uma vacina de vírus vivo. Ora, os anticorpos de algumas vacinas duram mais de 14 anos… se o objetivo primordial de uma vacina é induzir anticorpos e imunidade duradoura, por que motivo não poderia eventualmente também “dar errado”, com reações indesejadas ultrapassando o número estabelecido de 42 dias? E as doenças autoimunes, só acontecem ATÉ 42 dias? Claro que não.

Aliás, quase nunca doenças autoimunes acontecem até 42 dias…Sem falar na possibilidade de morte súbita após uma vacina. “Não, isso é IMPOSSÍVEL!” É possível SIM! É certo que correlação não prova causalidade, mas parece no mínimo questionável obrigar alguém que está convencido de que uma imunização pretérita causou algum tipo de dano ao seu organismo (ou ao de alguém querido), a ser forçado a se submeter novamente a procedimento semelhante, correndo novamente o risco. Quem assume a responsabilidade por esse risco?

Outro ponto: se uma vacina é eficaz e cumpre o seu papel, como é que se explica o argumento que “um indivíduo NÃO-VACINADO colocará “EM RISCO” um indivíduo VACINADO”, em teoria já protegido pela vacina objeto da discussão?! Essa conta definitivamente não fecha. Aí entra o “argumento” da imunidade de rebanho…de volta aos animais…

Vale esclarecer que o argumento de que “o direito individual acaba onde começa o coletivo” é uma falácia. Nesta toada de retórica rasa, em breve estarão justificadas:

1) a doação obrigatória de órgãos (afinal, por que você não quer doar o fígado ou os rins do seu parente morto?! “Que absurdo…”)

2) o exame de HIV compulsório (temos o “direito” de saber se o outro não está infectado com o tal vírus mortal…aliás, relembrando, até hoje não existe vacina para este vírus…)

3) o toque de recolher nas comunidades com alto índice de violência

4) o confisco de grandes fortunas (“hummmm, pera aí, isso não…”)

5) o tabelamento de preços de insumos e procedimentos médicos

6) etc, etc, etc, etc, etc…

Pois é… Você já parou para pensar que TUDO, absolutamente TUDO que uma pessoa faz interfere na esfera de outra pessoa, até mesmo seus hábitos alimentares e de consumo? Será que podemos dizer que uma pessoa que compra um jatinho para uso particular está matando o semelhante por conta da emissão excessiva e desnecessária de CO2, da contaminação da atmosfera com resíduos de combustível do seu avião?

Indivíduos que consomem junk food, refrigerantes, bebidas alcoólicas, fumam, não praticam atividade física etc, adoecem com mais frequência e causam incremento de demanda no sistema de saúde e, por isso, também afetam a saúde coletiva, em última análise. Vamos então ditar o que as pessoas podem comer e beber ou “apenas” informá-las para que exercitem o seu livre arbítrio?

Não é demais dizer que estilo de vida também pode configurar fator de risco para diversas doenças, inclusive para COVID-19, afetando negativamente a saúde coletiva. E a desnecessária e excessiva propaganda institucional dos entes federativos, principalmente em época de eleições?  Este dinheiro não seria melhor empregado em saúde pública? Em segurança? Vamos proibir também e exigir melhor uso do NOSSO dinheiro?… Enfim, os exemplos são virtualmente infinitos. Há muito mais variáveis entre o céu e a terra do que a imensa maioria supõe.

O argumento da autoridade (“a OMS recomenda…”, “o Ministério da Saúde do Mandetta…” e o seu ridículo “Fique em casa esperando piorar ou morrer para ferrar o Presidente”, “a revista Lancet publicou um estudo…” etc) já se mostrou falho e enviesado em diversas oportunidades. Erros e mais erros, idas e vindas de opiniões desencontradas.

A análise de “risco versus efetividade versus benefício” deve ser individual. Ou pelo menos deveria… o que é risco tolerável para um, pode não ser para o outro. A herança genética nos fez diferentes. A epigenética nos fez únicos. Lembre-se disso da próxima vez que for achar “natural” ser inoculado com materiais atípicos como se isso fosse a única solução para a COVID-19.

O papel do governo é informar, educar e conscientizar, jamais forçar. Sem informação adequada, o consentimento é viciado. Infelizmente, em matéria de vacinas, muita informação é suprimida a pretexto de assegurar o “bem maior”, blindando a fé irrefletida que a maioria das pessoas deposita em matéria de imunizações, até mesmo por conta da costumeira complacência e omissão de uma significativa parcela da mídia economicamente comprometida com interesses de parceiros comerciais, patrocinada com dinheiro questionável.

Sem falar nos “fact checkers” e nos “divulgadores de Siência”. Deus nos proteja desses “caçadores de pseudocientistas”! Vale lembrar que o consenso combina apenas com política, ao passo que a fé casa com religião. Nada disso, todavia, combina com ciência de boa qualidade. Toda discussão é bem vinda e deve ser respeitada. Pelo menos deveria ser assim. Questionar possíveis riscos envolvendo um procedimento médico, inclusive alguma vacina (vacinas são medicamentos imunobiológicos), não torna alguém “terraplanista”, “genocida”, “a favor da volta da poliomielite”, “responsável pela volta do sarampo” ou “líder do movimento anti-vacina”.

Enfim, tais questionamentos não deveriam servir de pretexto para assassinatos de reputações, muitas vezes orquestrado por lobistas profissionais disfarçados de “assessorias de imprensa” e “public affairs” de organizações que possuem tentáculos bem definidos em organismos regulatórios ao redor do mundo e que detém recursos humanos e financeiros virtualmente ilimitados.

Neste contexto, entretanto, fortes conflitos de interesses ou até mesmo desinformação tornam essa realidade diferente. Para entender melhor este contexto, vale a leitura do artigo “Pharmaceutical Companies’ Role in State Vaccination Policymaking: The Case of Human Papillomavirus Vaccination”, que pode ser acessado neste link.

Ilustrativamente, em outra seara, a maioria das pessoas recebe com prudência e cautela os “conselhos” do gerente do banco – o “especialista em investimentos” – sobre como aplicar o SEU dinheiro. As pessoas, cientes dos riscos e potenciais conflitos, se certificam de que aquilo que está sendo oferecido é, de fato, o mais conveniente de acordo com a sua particular realidade; ainda assim, muitos preferem deixar o dinheiro na velha e conhecida poupança, com medo dos…RISCOS.

A referida analogia, pode ser extensível, em muitas situações, ao modo como cuidamos da nossa saúde. Dentro desse cenário, as pessoas têm o DIREITO de questionar e exigir respostas satisfatórias sobre procedimentos médicos e vacinas em geral. E com as vacinas da COVID-19 não pode ser diferente. Ou você realmente acha que galinhas e zebras são iguais? Atenção que pode dar zebra. Pior: podemos matar a galinha dos ovos de ouro, a nossa SAÚDE. Por enquanto é só. “Só”.

Ah, VAERS significa “Vaccine Adverse Event Reporting System”, que pode ser acessada neste link aqui. E se quiser explorar eventos adversos de medicamentos e vacinas em geral, acesse www.vigiaccess.org e digite, por exemplo, “HPV vaccine”. Se ainda não se convencer, pesquise na internet sobre os casos de danos neurológicos desse lixo inútil e perigoso que ocorreram e/ou continuam ocorrendo no Estado do Acre – lá existe um “cluster” de cerca de 110 crianças lesadas. É triste, mas é verdade.

E esse “pequeno universo” de danos pode se ampliar de forma exponencial se essas vacinas anti-COVID-19 forem aplicadas a toque de caixa, sem os devidos cuidados, responsabilidade e responsabilização, com aprovações emergenciais que só atendem à ansiedade coletiva e favorecem os bolsos que já conhecemos. A principal regra básica da Farmacovigilância está sendo desrespeitada: o tempo de observação.

Reflita, informe-se, pense. E tome cuidado com as zebras. Muito cuidado.

Sobre a autora:
Dra. M.Sc. Maria Emilia Gadelha Serra é médica otorrinolaringologista graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) CUM LAUDE, CREMESP 63.451, RQE 13.418, Mestre pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Fundadora e atual Presidente da Sociedade Brasileira de Ozonioterapia (SOBOM); Pós-graduada em Perícias Médicas pela Santa Casa de São Paulo; Membro do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde desde 2020; Coordenadora do Curso de Medicina Integrativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Estudo na Área da Saúde (FAPES), Pesquisadora clínica, São Paulo-SP.

Referências:

ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE CIVIL EM RELAÇÃO À VACINA CONTRA COVID-19

1) https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2020/10/08/acordo-de-base-revela-que-astrazeneca-impos-restricoes-ao-brasil-na-vacina.htm

2) https://conexaopolitica.com.br/ultimas/gigante-farmaceutica-astrazeneca-deve-ser-isenta-de-reivindicacoes-de-responsabilidade-por-efeitos-colaterais-nocivos-da-vacina-contra-o-coronavirus/

3) https://www.ictq.com.br/industria-farmaceutica/1960-industria-quer-protecao-legal-se-vacinas-contra-covid-19-derem-problemas?

4) https://eur-lex.europa.eu/

5) https://www.ft.com/

6) https://www.europarl.europa.eu/


EXPULSÃO DO PROFESSOR PETER GOTZSCHE DA PLATAFORMA COCHRANE

1) http://observatoriodamedicina.ensp.fiocruz.br/peter-gotzsche-e-a-medicina-baseada-na-desconfianca/

2) https://systematicreviewsjournal.biomedcentral.com/articles/

3) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30054374/

4) https://www.statnews.com/2018/09/16/expulsion-cochrane-peter-gotzsche-medicine/

5) http://www.nogracias.eu/2018/12/15/my-dismissal-is-scientific-judicial-murder-by-peter-c-gotzsche/

6) https://www.bmj.com/content/362/bmj.k3472/rr-4

7) https://ebm.bmj.com/

8) https://www.gavi.org/library/audio-visual/videos/bill-gates-explains-the-importance-of-the-hpv-vaccine-to-women-in-developing-countries/

9) https://www.cochrane.org/news/cochrane-announces-support-new-donor


A MÍDIA NA DIVULGAÇÃO DO HPV E SUA PREVENÇÃO: UMA REFLEXÃO SOBRE EXPERIÊNCIAS INTERNACIONAIS E O CENÁRIO BRASILEIRO

https://slideplayer.com.br/slide/1251446/


FREQUÊNCIA DE REAÇÕES VACINAIS – 1 A CADA 39 VACINAS APLICADAS

1) https://digital.ahrq.gov/ahrq-funded-projects/electronic-support-public-health-vaccine-adverse-event-reporting-system

2) https://childrenshealthdefense.org/news/vaccine-injuries-ratio-one-for-every-39-vaccines-administered/


HARVARD PILGRIM STUDY

1) https://digital.ahrq.gov/sites/default/files/docs/publication/r18hs017045-lazarus-final-report-2011.pdf

2) https://healthit.ahrq.gov/ahrq-funded-projects/electronic-support-public-health-vaccine-adverse-event-reporting-system

3) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26060294/


PROCESSOS CONTRA VACINA ANTI-HPV GARDASIL

1) https://www.baumhedlundlaw.com/blog/2020/august/gardasil-lawsuit-claims-hpv-vaccine-caused-teen-/

2) https://aboutlawsuits-wpengine.netdna-ssl.com/wp-content/uploads/2020-8-19-gardasil-balasco-complaint.pdf

3) https://www.baumhedlundlaw.com/documents/Zach-Otto-Gardasil-Complaint.pdf

4) National Plaintiffs Association for the HPV Vaccines Lawsuits in Japan e National Attorneys Association for the HPV Vaccines Lawsuits in Japan

5) https://www.japantimes.co.jp/news/2017/02/13/national/crime-legal/suit-opens-tokyo-court-cervical-cancer-vaccine-side-effects

6) http://ijme.in/articles/lessons-learnt-in-japan-from-adverse-reactions-to-the-hpv-vaccine-a-medical-ethics-perspective/?galley=html

7) 700 Women in Colombia Vaccinated with Gardasil Sue Merck for $160 Million


ASSOCIAÇÕES DE VÍTIMAS DA VACINA ANTI-HPV EM DIFERENTES PAÍSES

1) Brasil – Associação Brasileira de Vítimas de Vacinas e Medicamentos

2) Colômbia – Rebuilding Hope Association HPV Vaccine Victims:

3) Dinamarca: http://www.livingforlonger.com/tv2-denmark-documentary-on-hpv-vaccine-shows-lives-of-young-women-ruined/

4) Espanha – AAVP (Association of Affected People Due to the HPV Vaccine – La Asociación Española de Afectadas por la Vacuna del Papiloma Humano)

5) Irlanda – REGRET (Reactions and Effects of Gardasil Resulting in Extreme Trauma, in Ireland)

6) https://www.irishtimes.com/news/health/almost-650-girls-needed-medical-intervention-after-hpv-vaccine-1.3217346

7) Japão – National Network of Cervical Cancer Vaccine Victims in Japan

8) Reino Unido – AHVID (UK Association of HPV Vaccine Injured Daughters)


PROCESSOS JUDICIAIS CONTRA ZOSTAVAX E SHINGRIX (VACINAS ANTI-HERPES ZOSTER)

1) https://www.millerandzois.com/zostavax-shingles-vaccine-lawsuit.html

2) https://usclaims.com/news-and-tips/merck-to-face-growing-number-of-zostavax-lawsuits/


PROCESSOS JUDICIAIS CONTRA DENGVAXIA (VACINA CONTRA DENGUE)

https://www.trialsitenews.com/philippine-dengue-vaccine-criminal-indictments-includes-president-of-sanofi-pasteur-their-fda/


SÍNDROME ASIA

1) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24774584

2) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24238833

3) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26948677

4) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22235051

5) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27412294/


SÍNDROME DA GUERRA DO GOLFO

1) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22235052/

 2)https://www.researchgate.net/publication/12674953_Antibodies_to_Squalene_in_Gulf_War_Syndrome


PROFESSOR CHRISTOPHER EXLEY
1) https://www.keele.ac.uk/aluminium/groupmembers/chrisexley/

2) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31561170/

3) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29307441/

4) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27998561/


POTS (Postural Orthostatic Tachycardia Syndrome) e PANS (Pediatric Acute-onset Neuropsychiatric Syndrome)

1) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30724577

2) https://www.thelancet.com/journals/lanchi/article/PIIS2352-4642(18)30404-8/fulltext

3) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30348068

4) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30549499

5) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30222991

6) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12145534

7) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/27867145/

8) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/25990003/

9) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/25882168/

10) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/24102827/

11) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/27503625/

12) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/27552388/


PANDEMRIX (VACINA H1N1 – GRIPE), ADJUVANTE AS03 (ESQUALENO) E NARCOLEPSIA

1) https://www.reuters.com/article/us-narcolepsy-vaccine-adjuvant

2) https://en.wikipedia.org/wiki/AS03

3) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23444425/

4) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22470453/

5) https://www.narcolepsy.org.uk/resources/pandemrix-narcolepsy

6) https://www.sciencemag.org/news/2015/07/why-pandemic-flu-shot-caused-narcolepsy


ADJUVANTE AS03 (ESQUALENO) E VACINAS PARA COVID-19

https://www.fiercepharma.com/manufacturing/glaxosmithkline-aims-to-make-1b-doses-vaccine-booster-for-multiple-covid-19-partners


RETIRADA DA VACINA ANTI-HPV DO JAPÃO

1) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5688202/pdf/

2) https://www.tokyotimes.com/side-effects-in-young-girls-take-gardasil-out-from-japanese-market/

3) https://www.hpv-yakugai.net/2018/06/29/5years-english/


AUMENTO DE CASOS DE CÂNCER DE COLO DO ÚTERO EM PAÍSES COM CAMPANHAS DE VACINAÇÃO “BEM SUCEDIDAS” CONTRA O HPV

1) http://docteur.nicoledelepine.fr/paradoxical-effect-of-anti-hpv-vaccine-gardasil-on-cervical-cancer-rate/

2) https://zenodo.org/record/1434214

3) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/19155953/


FALÊNCIA OVARIANA PRECOCE ASSOCIADA À VACINA ANTI-HPV

1) Human papillomavirus vaccine-associated premature ovarian insufficiency and related adverse events: data mining of Vaccine Adverse Event Reporting System: https://www.nature.com/articles/s41598-020-67668-1

2) American College of Pediatrics warns of ovarian failure linked to the HPV (Gardasil) cervical cancer vaccine. Side effect or working exactly as designed? You already know the answer: http://bit.ly/2kwyX2A 

3)https://rosellecare.com/blog/53115-hpv-vaccine-gardasil-american-college-of-pediatricians-issues-rare-warning-against-vaccine-due-to-premature-ovarian-failure

4) https://www.acpeds.org/the-college-speaks/position-statements/health-issues/new-concerns-about-the-human-papillomavirus-vaccine

5) Adolescent Premature Ovarian Insufficiency Following Human Papillomavirus Vaccination: A Case Series Seen in General Practice: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/26425627/

6) Human papilloma virus vaccine and primary ovarian failure: another facet of the autoimmune/inflammatory syndrome induced by adjuvants.: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/23902317/

7) A link between human papilloma virus vaccination and primary ovarian insufficiency: current analysis: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/26125978/

8) Premature ovarian failure 3 years after menarche in a 16-year-old girl following human papillomavirus vaccination: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/23035167/


TÉCNICAS DE CONVENCIMENTO PARA ESTIMULAR VACINA ANTI-COVID

1) Universidade de Yale: https://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT04460703

2) https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/cristiane-segatto/2021/01/13/covid-12-estrategias-para-aumentar-a-adesao-a-vacinacao-quando-ela-comecar


MUTAÇÃO MTHFR

1) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25948960

2) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24776096-a-key-role-for-an-impaired-detoxification-mechanism-in-the-etiology-and-severity-of-autism-spectrum-


DADOS PRELIMINARES DE INCIDÊNCIA DE EFEITOS ADVERSOS DA VACINA DE MRNA DA MODERNA

1) https://www.bloombergquint.com/amp/business/moderna-vaccine-produced-antibodies-in-all-patients-tested

2) https://www.rxlist.com/moderna-covid-19-vaccine-side-effects-drug-center.htm


INCREMENTO DE RISCO PARA INFECÇÃO POR HIV E DE FALSO-POSITIVO EM ALGUMAS VACINAS PARA COVID-19

1) https://www.forbes.com/sites/roberthart/2020/10/20/researchers-warn-some-covid-19-vaccines-could-increase-risk-of-hiv-infection/

2) https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)32156-5/fulltext

3) https://www.bbc.com/news/world-australia-55269381


EVENTO ADVERSO VACINAL SOMENTE ATÉ 42 DIAS APÓS VACINAÇÃO

1) https://www.hamilton.ca/sites/default/files/media/browser/2014-12-12/adverse-events-following-immunization-reporting-criteria.pdf

2) https://www.who.int/vaccine_safety/publications/aevi_manual.pdf

3) https://open.alberta.ca/dataset/aip-adverse-events-following-immunization-policy.pdf

4) https://www.publichealthontario.ca/-/media/documents/F/2018/factsheet-aefi-healthcare-providers.pdf?la=en


MORTE SÚBITA ASSOCIADA À VACINAÇÃO

1) https://journals.lww.com/amjforensicmedicine/sudden_infant_death_after_vaccination

2) Potential cross-reactivity between HPV16 L1 protein and sudden death-associated antigens: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/21699023/

3) http://www.elavtoit.com/vaktsineerimised/TEADUSUURINGUD/death-after-quadrivalent-human-papillomavirus-hpv-vaccination-causal-or-coincidental-2167-7689.S12-001.pdf

4) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/18361151/

5) http://bit.ly/29A7jY6


CLUSTERS DE EVENTOS ADVERSOS RELACIONADOS À VACINA ANTI-HPV

Current Safety Concerns with Human Papillomavirus Vaccine: A Cluster Analysis of Reports in VigiBase® (2017): https://link.springer.com/article/10.1007/s40264-016-0456-3


 

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