por angelica ca e paulo eneas
Um estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) na última segunda-feira (26/04) mostra como ficaria a economia brasileira numa eventual entrada do país na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O estudo projeta um crescimento de 0.4% do PIB per capita por ano, o que representa um crescimento de aproximadamente R$ 38.15 bilhões (US$ 7.00 bilhões) anuais em bens e serviços.

Entre os principais benefícios listados pelo estudo aparecem a possibilidade de o ingresso do Brasil na OCDE contribuir para o aumento do superávit na balança comercial e a ampliação da captação de novos investimentos externos no país.

Além disso, o processo pode impulsionar a participação do Brasil de cadeias produtivas globais, bem como a realização de novos acordos de cooperação com organismos internacionais como a OMC (Organização Mundial do Comércio) e o FMI (Fundo Monetário Internacional).

A OCDE conta atualmente com 36 membros, e o aumento no número de candidaturas fez a entidade buscar a definição de novos critérios para a aceitação de candidaturas. O Brasil apresentou formalmente sua candidatura em 2017 com o objetivo de implementar avanços na agenda de política econômica externa.

Atualmente, além do Brasil, Argentina, Bulgária, Croácia, Peru e Romênia também pleiteiam a acessão à OCDE. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que espera que o Brasil se junte à OCDE até o final de 2021. Por sua vez, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirma que a recente autonomia da autoridade monetária deve ajudar no processo. Informações de Portal R7, Diário do Comércio e Notícias Agrícolas.


 

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