por angelica ca e paulo eneas
Um grupo de empresários e profissionais de saúde da cidade de Sete Lagoas MG) organizou-se para colocar em prática um plano de distribuição em massa da ivermectina para pessoas de baixa renda no município, com a intenção de promover a profilaxia contra a covid.

O uso preventivo deste medicamento off label contra a covid já mostrou-se efetivo, como atestam as experiências bem-sucedidas em diversas partes do mundo e em várias cidades brasileiras, como por exemplo Porto Feliz (SP) e inúmeras outras.

No entanto, bastou que esta iniciativa de natureza filantrópica fosse adotada, para que os comunistas da cidade reagissem. Bastou o PSOL da cidade Sete Lagoas tomar conhecimento da ação para que o partido imediatamente acionasse o Ministério Público do Estado de Minas Gerais solicitando “investigar” a iniciativa.

O Ministério Público de Minas Gerais abriu processo para investigar a iniciativa junto à  7ª Promotoria de Justiça de Sete Lagoas. O processo é baseado na “denúncia” de que o grupo de empresários e médicos teria a pretensão do grupo de distribuir o medicamento para a população carente da cidade como forma de tratamento precoce contra covid.

Segundo informações da imprensa local, a empresária e diretora da Faculdade de Sete Lagoas, a cirurgiã-dentista Dóris Camargo Martins de Andrade, teria liderado à iniciativa para a arrecadação e distribuição dos medicamentos. A intenção do grupo era divulgar a ação pelas redes sociais organizar a distribuição por meio de agendamento.

Por sua vez, a Secretaria Municipal de Saúde de Sete Lagoas confirmou em nota a ação dos empresários e de médicos para distribuição de medicamentos. A nota da secretaria afirma que para do ponto de vista do secretário municipal de saúde, o médico Flávio Pimenta, a ideia é uma “iniciativa livre de seus participantes”.

“O Município enfatiza que segue as recomendações e preceitos do Conselho Federal de Medicina, baseadas em evidências científicas que garantam a saúde do paciente. Esclarece ainda que o profissional médico detém autonomia para prescrever a medicação que achar apropriada ao caso, e que cabe ao paciente aceitá-la ou não”, informa trecho da nota.

É emblemático que uma ação de natureza filantrópica e que poderia salvar a vida de inúmeras pessoas seja “denunciada” por um partido comunista como o PSOL e que as pessoas envolvidas na ação passem a ser investigadas como se tivessem cometido algum ilícito.

Esta sequência de fatos por si só mostra quem efetivamente está politizando a pandemia do vírus chinês às custas da saúde e da vida de milhares de pessoas. Informações de Portal G1, Sete Alagoas e O Tempo.


 

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