por camila abdo e paulo
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) estuda a possibilidade de implementar o passaporte sanitário no Brasil. O documento será utilizado para monitorar o status imunológico dos passageiros: ou seja, para saber se a pessoa tomou ou não a vacina contra o vírus chinês. A medida está sendo estudada para ser implementada em aeroportos brasileiros.

Em sua justificativa, a ANAC afirma que “a medida visa minimizar as restrições de trânsito aéreo”, o que é um flagrante cinismo e mentira: a medida, se implementada, irá aumentar as restrições no transporte aéreo do ponto de vista dos passageiros, uma vez que somente as pessoas vacinadas poderão utilizar esse meio de transporte.

Esta iniciativa, e outras que estão sendo adotadas quase todo dia, corrobora o que o Crítica Nacional vem afirmando há meses: a discussão sobre obrigatoriedade ou não da vacina contra o vírus chinês é uma quimera, pois a obrigatoriedade será imposta na prática por meio de medidas administrativas e burocráticas.

Ainda que estas medidas de obrigatoriedade na prática venham acompanhadas de uma alta dose de cinismo na sua exposição de motivos, como este exibido pela justificativa da ANAC. Informações de Yahoo.


 

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