por paulo eneas
Em um claro ataque à liberdade de expressão e de pensamento, os serviços de inteligência e informações da Alemanha começarão a monitorar as pessoas que organizam e participam de manifestações contra as restrições às liberdades e direitos fundamentais individuais impostas pelo governo alemão a pretexto de combater a pandemia do vírus chinês.

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (28/04) pelo Ministério do Interior da Alemanha, que afirma cinicamente que tais manifestações contra lockdowns e bloqueios constituem-se em uma “ameaça à democracia”, quando na verdade a democracia vem sendo ameaçada justamente pelas restrições impostas pelo governo a pretexto da pandemia.

O ministério atribui as manifestações ao que ele chama de “extrema direita”, expressão banal usada pela esquerda e pelos globalistas para rotular os que opõem-se às suas políticas. A esta rotulagem agregou-se o termo “negacionista”, aplicado a quem faz questionamento às medidas sem base científica de restrições de direito impostas pelos governantes.

O grupo de ativistas Querdenker será o principal alvo das perseguições oficiais. O grupo tem sido o organizador das principais manifestações que têm ocorrido na Alemanha contra as medidas restritivas governamentais. As perseguições a serem feitas pelo governo incluem inicialmente coleta de dados sigilosos dos membros do grupo e espionagem de suas comunicações privadas.

Neste aspecto, a atuação do governo alemão de Angela Merkel, no que diz respeito à sua faceta autoritária e agressão a direitos individuais, não distingue-se em nada da Stasi, a polícia política do regime comunista da antiga Alemanha Oriental.

No caso específico do Querdenker, o grupo foi enquadrado na categoria de organizadores de “atos antidemocráticos”, mesmo termo que foi criado pela imprensa grande imprensa brasileira para rotular os manifestantes que apoiam o Governo Bolsonaro. Colaboração Angelica Ca Informações de NBC News, Times Of Israel  e Macau Business.


 

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