por angelica ca e paulo eneas
O governo britânico anunciou no final do mês de abril que reduziu o financiamento para agências internacionais que promovem o aborto. A decisão não foi motivada por algum imperativo moral do governo de Boris Johnson, mas pelo impacto da pandemia do vírus chinês na economia britânica.

A medida afetará severamente a empresa abortista Planned Parenthood e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a principal agência abortista da ONU. O Reino Unido informou ao UNFPA que reduziria sua contribuição em 85%, o que representa uma redução de US$180 milhões no total de US$322 milhões que o agência abortista global espera receber do Reino Unido em 2021 e 2022.

A Planned Parenthood International (IPPF) perderá cerca de US$100 milhões, e encerrará operações em quatro países, segundo informa o website Life News. A Planned Parenthood classificou como “ultrajante” o corte de repasse para a agência abortista da ONU, quando na verdade o que existe de mais ultrajante e abjeto é o assassinato de fetos que ambas as entidades praticam no mundo todo. Informações de BlesMundo | The Guardian | Agência Reuters.


 

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