por paulo eneas
O Partido Democrático Trabalhista (PDT), partido da esquerda brasileira com estreitas ligações com o Partido Comunista Chinês, protocolou na última quinta-feira (06/05) uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal contra o Presidente Bolsonaro. A ação acusa o presidente de suposto crime de charlatanismo em razão das menções feitas pelo Chefe de Estado à cloroquina para o tratamento da covid.

A cloroquina e a hidroxicloroquina foram os primeiros medicamentos usados na modalidade off label para o tratamento precoce e preventivo da covid já logo no início da pandemia do vírus chinês, sendo seguidos posteriormente pela ivermectina e outros medicamentos.

Atualmente existem cerca de vinte outros medicamentos, ou moléculas, que têm sido usados de modo efetivo na abordagem medicamentosa da covid no mundo todo, de modo que não faz sentido algum falar em “charlatanismo” no que diz respeito a estes medicamentos.

Na ação ingressada no Supremo tribunal Federal, o PDT afirma que o Presidente da República deve ser responsabilizado por supostamente “ter colocado em perigo a vida dos brasileiros” ao supostamente indicar e divulgar o tratamento precoce contra o vírus chinês por meio do uso da cloroquina.

A ação também acusa o presidente de ilegalidade no uso de dinheiro público e tenta imputar crime ao Chefe de Estado pelo fato de o Ministério da Saúde ter feito menção ao tratamento precoce, e pede o enquadramento do presidente no crime de charlatanismo (art. 283 do Código Penal) e de delito tipificado no art. 132 do mesmo código.

A ação do PDT poderia perfeitamente ser caracterizada como litigância de má fé, que ocorre quando uma das partes altera deliberadamente a verdade dos fatos e formula pretensões destituídas de qualquer fundamento(1) como ardil para prejudicar outra parte.

Em primeiro lugar por que não se poder chamar de “charlatanismo” a menção a uma prática adotada por médicos em todo o mundo. Afirmar que o presidente teria “colocado em perigo a vida dos brasileiros” por fazer menção à prática do tratamento precoce, que constitui-se na tradição milenar da medicina, é uma flagrante alteração da verdade objetiva dos fatos.

Se a vida dos brasileiros foi colocada em riscos durante a pandemia do vírus chinês isso ocorreu justamente pelo negacionismo diante das evidências empíricas de efetividade de determinados medicamentos, entre eles a cloroquina e algumas outras formulações, para o tratamento precoce e preventivo da covid.

Este negacionismo é movido por razões ideológicas e por interesses escusos e resultou na sonegação de tratamento médico precoce a pessoas com covid, que foram orientados a tomar dipirona, medicamento para o qual não existe evidência científica alguma de efetividade contra a doença, e voltar para casa para esperar a doença progredir para então serem colocados em UTI’s para vir a óbito.

A ação do PDT, além de caracterizar-se pela litigância de má fé, constitui-se em mais um capítulo da guerra que o establishment político brasileiro, especialmente aqueles ligados aos interesses do Partido Comunista Chinês e à big pharma, está promovendo para criminalizar o tratamento precoce, condenar a morte milhares de brasileiros, e atingir desta maneira o Presidente da República. Colaboração Angelica Ca. Informações Poder 360 | Metrópoles.

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