por paulo eneas
Os questionamentos feitos pelo senador petista Humberto Costa ao ex-secretário da Secom, Fabio Wajngarten, na CPI da Covid ao final da manhã desta terça-feira (12/05) comprovam o que o Crítica Nacional vem afirmando desde antes da instalação da comissão: o objetivo da CPI é criminalizar o tratamento precoce para, a partir dele, tentar incriminar o Presidente da República.

O senador petista questionou a campanha conduzida no ano passado chamada O Brasil Não Pode Parar, que dizia basicamente da importância de proteger os grupos vulneráveis à pandemia (idosos e pessoas com comorbidades) e ao mesmo tempo criar as condições para que as pessoas saudáveis pudessem continuar trabalhando.

O senador também afirmou que “está provado cientificamente que a cloroquina não funciona para covid”, o que é uma inverdade absoluta e contradiz tudo que a ciência médica séria já sabe e vem descobrindo desde o início da pandemia do vírus chinês. Em seguida, Humberto Costa fez blague e chacota da expressão “tratamento precoce” e suas variantes, ignorando assim um dos princípios milenares da medicina.

Manifestações como as do senador petista e outros que compõem a CPI da Covid ilustram o caminho que a comissão pode seguir e que foi antecipado por nós: o caminho do obscurantismo e da negação da real ciência, para demonizar o tratamento precoce o máximo possível, até que ele seja efetivamente criminalizado.


 

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