por angelica ca e paulo eneas
O impostor que ocupa a Casa Branca, Joe Biden, anunciou em 7 de abril deste ano a retomada da ajuda financeira norte-americana ao terroristas da chamada Cisjordânia e da Faixa de Gaza. Na mesma semana do anúncio, Joe Biden assinou uma transferência de US$235 milhões, o que corresponde a cerca de R$ 1.3 bilhão, em ajuda supostamente humanitária para estas regiões.

Os recursos foram transferidos para fundos geridos pela agência das Nações Unidas para refugiados, que na verdade é uma fachada para o apoio da ONU a organizações terroristas. O repasse destes recursos havia sido cortado pelo presidente norte-americano Donald Trump. A ajuda milionária foi detalhada pelo Secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken.

Do total repassado, cerca de US$ 75 milhões destinaram-se a fundos teoricamente destinados ao desenvolvimento econômico. Outros US$ 150 milhões foram para UNRWA, agência das Nações Unidas que afirma dar auxílio a supostos cinco milhões e árabes jordanianos, convenientemente chamados de “palestinos”.

Além disso, US$ 75 milhões foram destinados à Al Fatah, a mais antiga organização terrorista muçulmana da região e que tem como fachada a Autoridade Palestina. Parte desta parcela também foi destina ao Hamas, o grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza. Um montante adicional de US$ 10 milhões foi destinado a supostos programas de “construção da paz”.

“Os Estados Unidos têm o prazer de anunciar que, em parceria com o Congresso, planejamos reiniciar a assistência econômica, humanitária e de desenvolvimento dos Estados Unidos ao povo palestino”, afirmou cinicamente Anthony Blinken em um comunicado.

Analistas internacionais afirmam que é altamente provável que pelo menos uma parte dos US$ 75 milhões em suposta ajuda econômica e outros US$ 15 milhões em suposta ajuda à saúde tenham ido diretamente para as mãos do grupo terrorista Hamas.

Avalia-se também que os recursos tenham sido utilizados ​​para a compra ou fabricação dos foguetes Qassam, que o grupo terrorista está lançando contra Israel há três dias. Informações de BBC | Agência Reuters | BlesMundo.


 

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