por paulo eneas
A Secretaria de Saúde do Maranhão confirmou nesta quinta-feira (20/05) o primeiro caso da chamada variante indiana do vírus chinês no país. A nova cepa foi diagnosticada em um cidadão indiano que estava a bordo de uma embarcação na costa maranhense, e que foi trazido a um hospital de São Luís para tratamento. A embarcação possui quinze tripulantes, e está em quarentena. Denominada de B.1.617, a nova variante do vírus chinês já está presente em mais de quarenta países, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Segundo informa a Dra. Nanda Ananias em vídeo publicado nas redes sociais, a nova variante possui ação mais sutil, uma vez que os efeitos típicos da contaminação pela covid não se manifestam num primeiro momento. Ainda segundo a médica afirma no vídeo, as mutações do coronavírus já eram esperadas e o tratamento precoce continua sendo eficaz contra estas novas cepas.

No entanto, diante da possibilidade de disseminação desta nova variante no país, que já está presente também na Argentina, é bastante provável que governantes locais usem este fato para impor novas medidas de restrições e fechamentos e de lockdowns em suas cidades e estados.

O governo argentino está entre os que impõe as medidas mais severas de lockdown e de fechamentos em todo o mundo, havendo inclusive verdadeiros campos de concentração para infectados na província de Formosa, conforme mostramos em duas notas informativas no Crítica Nacional, cujos links encontram-se abaixo.

Estas medidas draconianas e atentatórias aos direitos básicos das pessoas não têm impedido, como de fato não impediriam, que a pandemia continue se alastrando naquele país vizinho, inclusive gerando novas cepas virais.

No Brasil, o Presidente Bolsonaro assumiu publicamente compromisso de não permitir mais medidas desta natureza, e chegou a cogitar a publicação de um decreto contendo artigos da Constituição Federal que asseguram os direitos básicos dos cidadãos, incluindo o direito ao trabalho e o direito de ir e vir em território nacional, para impedir estas medidas restritivas.

Diante do risco de uma possível nova onda viral, o que se espera é que sejam tomadas todas as medidas para assegurar o pronto atendimento e o acesso a medicamentos, sob orientação e prescrição de médicos no exercício da liberdade do ato médico, para o tratamento imediato das pessoas infectadas.

Também espera-se que não se repitam as medidas ilegais que foram tomadas meses atrás por governadores e prefeitos, que agrediram direitos básicos dos cidadãos e promoveram deterioração da economia com fechamentos e restrições, como foi o caso do governador tucano João Doria, sem que estas medidas tivessem qualquer efeito na contenção da pandemia.

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