por angelica ca e paulo eneas
Após o cessar-fogo imposto por pressão internacional no conflito entre o Estado de Israel e o grupo terrorista Hamas, a China encontrou um novo aliado no Oriente Médio e anunciou na última sexta-feira (21/05) uma ajuda multimilionária ao grupo terrorista islâmico Hamas para reconstruir sua infraestrutura terrorista na Faixa de Gaza.

O regime comunista chinês informou que pretende enviar US$ 2 milhões em ajuda emergencial ao Hamas, e um milhão adicional para à agência da Nações Unidas para refugiados presente na Faixa de Gaza. Além disso, serão doadas 200 mil doses de vacinas contra a Covid-19 produzidas por laboratórios chineses para distribuição aos habitantes de Gaza.

O Partido Comunista Chinês também fez um apelo à comunidade internacional para “estender a mão aos palestinos na Faixa de Gaza”, o que significa na prática fornecer mais recursos financeiros ao Hamas para reconstruir sua estrutura militar terrorista na região, que foi fortemente debilitada pela reação israelense.

Essa aproximação do Partido Comunista Chinês com o Hamas faz parte da estratégia mais ampla de Xi Jinping no Oriente Médio, onde ele busca se posicionar com a Síria e o Hezbollah, além de fortalecer suas relações com Irã, onde a China já tem presença ostensiva. O Irã é o principal financiador dos grupos terroristas muçulmanos do Oriente Médio.

Por sua vez, apesar de ser um grupo terrorista muçulmano fundamentalista, o Hamas nunca fez qualquer menção ao genocídio que o Partido Comunista Chinês pratica contra os uigures, uma minoria muçulmana do noroeste da China, que sofre todo tipo de represália e perseguição a partir de Pequim, conforme já retratamos em artigos do Crítica Nacional. Informações de Derecha Diario | Revista Oeste.

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