por angelica ca e paulo eneas
Uma investigação internacional foi aberta esta semana após a revelação de que um importante cientista do Partido Comunista Chinês morreu misteriosamente semanas após o registro da patente para uma vacina contra a covid-19 ainda no início de 2020. Isto é, os chineses registraram a patente de uma vacina contra a Covid-19 praticamente no mesmo momento em que teve início a pandemia do vírus chinês.

O cientista Yusen Zhou, que trabalhava para o exército comunista chinês, cujo nome oficial é Exército de Libertação do Povo, havia ingressado com o pedido de registro da patente da vacina contra a Covid-19 em nome do Partido Comunista Chinês em 24 de fevereiro do ano passado. Pouco tempo depois, o cientista morreu em circunstâncias não esclarecidas.

A Five Eyes Intelligence Alliance, serviço integrado de cooperação de inteligência e informações formado pelos Estado Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia, está investigando as circunstâncias que envolveram a morte repentina de Zhou Yusen.

O pedido de patente da vacina, apresentada pelo Instituto de Medicina Militar, Academia de Ciências Militares do Exército de Libertação do Povo, foi registrada apenas cinco semanas após a China ter admitido que existia transmissão do coronavírus entre seres humanos.

Yusen Zhou morreu em circunstâncias misteriosas poucos meses após o registro do pedido de patente, o que levantou a suspeita óbvia de que a vacina contra a Covid-19 estivesse sendo estudada antes mesmo de a pandemia se tornar pública. O primeiro caso de Covid-19 foi relatado na província de Wuhan, China, em dezembro de 2019. No entanto, a Organização Mundial da Saúde somente veio a declarar a pandemia em 11 de março de 2020.

Segundo Nikolai Petrovsky, da Flinders University, este episódio levanta dúvidas sobre se os chineses já estavam trabalhando na vacina contra Covid-19 muito antes do início da pandemia. De acordo com o jornal The Australian, Yusen Zhou trabalhou em estreita colaboração com cientistas do Instituto de Virologia de Wuhan, incluindo a cientista Shi Zhengli, que recebeu a alcunha de mulher-morcego por seu trabalho com o coronavírus em morcegos.

Ainda de acordo com o jornal The Australian, especialistas em segurança nacional disseram que esta era a prova de que o Instituto de Virologia de Wuhan estava engajado em atividades militares secretas. Além disso, o The New York Post afirma que a morte de Yusen Zhou em maio do ano passado foi relatada apenas em uma reportagem da mídia chinesa em mandarim, apesar de ele ser um dos principais cientistas da China.

Como não existe liberdade de imprensa, e a rigor nenhum tipo de liberdade, na ditadura comunista chinesa, o mais provável é que o Partido Comunista Chinês tenha decidido ocultar ou dar o mínimo de publicidade possível à morte de um dos principais cientistas do país, que teria colaborado para a produção de uma vacina antes mesmo do surto epidêmico. Informações de Daily Wire | The Sun | The New York PostThe Australian | Neo Nettle.

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