por angelica ca e paulo eneas
A Organização Mundial de Saúde não se contentou com sua omissão criminosa no início da pandemia para proteger o Partido Comunista Chinês. Também não se contentou com a inúmeras idas e vindas de suas “recomendações” ao longo do ano passado, ou com sua condenação criminosa do tratamento precoce para a Covid-19, que já está rendendo processos criminais contra seus dirigentes em países como a Índia, conforme mostramos nesta matéria aqui, que a grande mídia igualmente criminosa não irá divulgar.

A organização globalista cujos dirigentes deveriam estar no banco dos réus de um novo Tribunal de Nuremberg quer agora mais dinheiro. A Organização Mundial da Saúde pretende que o Governo do Brasil destine a ela US$ 250 milhões, o equivalente a R$ 1.26 bilhão, para a entidade combater a pandemia pandemia do vírus chinês no mundo.

Além da doação exigida, a agência esquerdista de saúde das Nações Unidas espera também que o Brasil produza vacinas contra a covid-19 e as distribua para os países latino-americanos.

Possivelmente a próxima exigência da Organização Mundial de Saúde será a de nomear um Ministro da Saúde do Brasil que reporte diretamente a Tedros Adhanom Ghebreyesus e não ao Presidente Bolsonaro, exigência esta que não é tão fictícia e parece já em parte atendida, se considerarmos a conduta do Dr. Marcelo Queiroga, atual chefe do Ministério da Saúde.

Um projeto globalista da Organização Mundial de Saúde prevê a destinação de US$ 18 bilhões (R$ 90.5 bilhões) a seus cofres para fins de desenvolvimento de tratamentos, diagnósticos e imunizantes contra o vírus chinês. Parcela destes recursos deverá vir de países economicamente desenvolvidos, principalmente do G7. No entanto, nações emergentes integrantes do G20 como China, Índia e Brasil também estão sendo instadas a contribuir com a iniciativa.

O se espera é que o Governo Brasileiro mande uma resposta clara e inequívoca à Organização Mundial de Saúde: a entidade precisa responder pelos seus crimes e omissões durante a pandemia. E enquanto isto não for devidamente esclarecido, não haverá mais um centavo do pagador de impostos brasileiro destinado a uma organização que possui credibilidade zero para tratar de assunto de saúde pública. Informações de Revista OesteSputnik News.


 

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