por camila abdo e paulo eneas
A Procuradoria-Geral da República, por meio do vice-procurador-geral, ingressou nesta quinta-feira (17/06) com pedido de liberdade imediata do jornalista Oswaldo Eustáquio, que encontra-se preso em regime domiciliar com tornozeleira eletrônica por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

O Vice-Procurador Geral da República, Humberto Jacques, também pediu a soltura dos ativistas Sara Winter, Érica Andrade, MitoShow, Arthur, Renan e Daniel Ativista, também presos em regime domiciliar e nas mesmas circunstâncias.

Tanto o jornalista Oswaldo Eustáquio quanto os ativistas foram presos no âmbito do Inquérito 4828 que investiga os atos supostamente antidemocráticos. Na semana passada, a Procuradoria-Geral da República já havia pedido o arquivamento deste inquérito, que estava sob segredo de justiça.

Logo após o relatório da Polícia Federal sobre as investigações ter vazado para a Rede Globo, que passou a exibir reportagens distorcidas com base no relatório, o ministro Alexandre de Moraes decidiu pela retirada do sigilo do inquérito.

O relatório da Polícia Federal, de mais de mil páginas, conclui pela não existência de fatos ilícitos. O advogado do jornalista Oswaldo Eustáquio, Dr. Ricardo Vasconcellos, havia feito pedido de liberdade para seu cliente no começo do mês de junho.

O pedido de liberdade do jornalista Oswaldo Eustáquio, bem como dos demais ativistas presos, foi encaminhado para análise do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O magistrado tem prazo de cinco dias para tomar a decisão. Informações de Hora Brasília.


 

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