por camila abdo e paulo eneas
O ex-presidiário e líder petista Luís Inácio Lula da Silva revelou sua faceta comunista e seu apego e identificação ideológica com regimes autoritários antidemocráticos e genocidas durante entrevista no último domingo (27/06) ao jornal chinês Guancha.

Lula afirmou na entrevista que a existência Partido Comunista Chinês faz com que a China tenha “poder e um governo fortes”, e exaltou o que ele chamou de competência chinesa, que segundo o líder petista estaria incomodando outros países desenvolvidos, como os Estados Unidos.

O ex-presidiário nada disse sobre o fato de o regime de ditadura comunista chinesa manter campos de concentração e trabalho escravo, ou sobre os abortos forçados de minorias étnicas. O petista também ignorou a perseguição aos cristãos na China, a ausência de liberdade de imprensa e de expressão, o tráfico de órgãos e o regime político de partido único.

Pelo contrário, Lula fez questão de enaltecer o regime de ditadura que espalhou o coronavírus e causou uma das maiores pandemias do mundo: “A China é capaz de lutar contra o coronavírus tão rapidamente porque tem um partido político forte e um governo forte, porque o governo tem controle e poder de comando. O Brasil não tem isso, nem outros países”.

Ou seja, o líder petista elogiou a ditadura comunista chinesa, atribuindo às “qualidades” de uma ditadura o mérito pelo enfrentamento à pandemia. Nesse aspecto, Lula reproduz o mesmo pensamento de lideranças globalistas ocidentais que afirmaram, no Event 201 ocorrido em Nova York em setembro de 2019, que a melhor maneira de combater uma pandemia seria em um regime de ditadura.

O chefe petista também lamentou o fato de não existir ditaduras semelhantes à ditadura genocida chinesa em outros países, inclusive o Brasil, onde ele e seu partido aspiram implantar um regime ditatorial semelhante.

Lula revelou na entrevista que quando era presidente brasileiro mantinha estreita relação com o Hu Jintao, que governou a China de 2003 a 2013. Revelou também ter trabalhado na Presidência da República para o Brasil “não mais depender dos países desenvolvidos”, ou seja, passar a ter relações estreitas com a ditadura chinesa.

Esta revelação do líder petista explica a aproximação feita pelo Brasil nos treze anos da era petista com regimes de ditaduras comunista no mundo todo, e o afastamento do nosso país das democracias ocidentais. Aproximação esta que ocorria enquanto o Brasil assistia ao maior esquema de corrupção já visto no mundo.

Lula arrematou revelando sua intenção de levar adianta sua intenção de transformar o Brasil em uma ditadura comunista nos moldes chineses ao afirma que “é uma pena que não tenhamos conseguido, mas ainda tenho muita confiança e esperança, e acredito que podemos fazer isso a partir de 2022”, afirmou o líder petista. Informações de Poder 360.


 

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