por paulo eneas
O Brasil assistiu neste sábado (03/07) demonstrações claras e inequívocas daquilo que pode e deve ser chamado de atos antidemocráticos, ocorridos na região da Avenida Paulista, em São Paulo (SP).

Partidos da esquerda de diversas matizes, desde os tucanos do PSDB até os comunistas da velha guarda do PCO, protagonizaram atos de violência, depredação, vandalismo, incêndios criminosos, confrontos com a Polícia Militar, depredações de estações do metrô, além de brigas entre os próprios delinquentes, descritos pela grande imprensa como “manifestantes”.

A manifestação violenta foi convocada pelos partidos de esquerda e por grupos como MBL para protestar contra o Presidente Bolsonaro. Mas o que se assistiu não foi um protesto político, e sim atos criminosos de extrema violência. Uma agência bancária foi incendiada na Rua da Consolação, uma travessa da Avenida Paulista. O ponto de ônibus do local foi depredado.

A Polícia Militar informou as ocorrências em tempo real. Agente de trânsito foram ameaçados, e criminosos atearam fogo em outro ponto de ônibus próximo ao Cemitério da Consolação. Ao menos um policial militar ficou ferido ao ser alvejado por um dos delinquentes. O mesmo ocorreu com um segurança de uma estação de metrô, que foi alvejado na cabeça por um pedaço de paralelepípedo.

A violência destes atos e seu caráter criminoso não causam surpresa. Historicamente as esquerdas sempre promoveram ações deste tipo, com cobertura favorável da grande imprensa, que não apenas oculta os crimes praticados nestas manifestações, como procura descrevê-las como sendo manifestações democráticas.

No entanto, a despeito da natureza visivelmente e incontestavelmente antidemocrática destes atos da esquerda, nenhum de seus participantes e organizadores sofrem quaisquer consequências legais. Pelo contrário, quem hoje responde por supostos atos antidemocráticos são justamente as pessoas que rechaçam este tipo de violência, e nunca estiveram envolvidos com eventos deste tipo.

No dia seguinte a estes episódios, o deputado estadual Douglas Garcia (PTB-SP) informou que fez um questionamento à Secretaria de Segurança Pública de São Paulo sobre eventuais diretrizes ou determinações que teriam impedido os policiais militares de atuarem de modo a impedir as agressões sofridas por eles.

Douglas Garcia informou também ter protocolado um requerimento na Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para que os organizadores da manifestação venham prestar esclarecimentos, além de adotar outras medidas visando auxiliar a responsabilização criminal dos envolvidos, inclusive com representações junto ao Ministério Público e à Procuradoria-Geral da República.


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE