por angelica ca e paulo eneas
O prestigioso Instituto de Pesquisa Pasteur, com sede na França, publicou na segunda-feira (12/07) um estudo pré-clínico na EMBO Molecular Medicine revelando que o medicamento antiparasitário ivermectina está associada a uma redução nos sintomas do covid-19.

Em um estudo pré-clínico abrangente envolvendo hamsters, a equipe do estudo concluiu que a ivermectina representa uma droga imunomoduladora poderosa, sugerindo que ela poderia ajudar o mundo na luta contra a pandemia do coronavírus.

Os resultados do estudo revelam que a ivermectina previne a deterioração clínica, reduz o risco de perda do olfato e limita a inflamação do trato respiratório superior e inferior nos animais do estudo. Por outro lado, o tratamento parece não atuar na replicação viral nas vias aéreas dos animais infectados:

“Os modelos tratados e não tratados tinham quantidades semelhantes de carga viral na cavidade nasal e nos pulmões”, explica Guilherme Dias de Melo, epidemiologista e coautor do estudo. Os cientistas franceses concluíram no estudo que tomar a ivermectina em doses padrão torna possível reduzir em um modelo animal os sintomas e a gravidade da infecção por SARS-CoV-2.

Fundado em 1887, o Instituto Pasteur pesquisa doenças infecciosas há mais de um século. Esta organização mundial de pesquisa biomédica com sede em Paris foi a primeira a isolar o HIV, o vírus que causa a AIDS, em 1983.

Ao longo dos anos, ela foi responsável por descobertas que permitiram à ciência médica controlar doenças desde difteria e tétano até tuberculose e gripe à febre amarela e à peste. Desde 1908, dez cientistas do Instituto Pasteur receberam o Prêmio Nobel de medicina e fisiologia. Informações de RT | Trial Site News.


 

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