por paulo eneas
Os comunistas saíram novamente às ruas em distintas cidades do país neste sábado (24/07) em novas ações revolucionárias sob a fachada de atos políticos contra o governo. Marcadas pela esperada baixa adesão, as manifestações reuniram basicamente militantes arregimentados pela esquerda, e serviram de pretexto para mais episódios de violência, depredação de bens públicos e privados e confronto com as forças de segurança.

Mas desta vez a esquerda superou-se em sua ousadia revolucionária. Para além dos crimes usuais de depredação e violência aos quais ela já está acostumada diante da certeza da impunidade, os atos deste sábado serviram de pretexto para um autêntico atentado terrorista: um grupo de criminosos organizou-se e ateou fogo na estátua do bandeirante Borba Gato, localizada no bairro de Santo Amaro, zona sul da capital paulista.

Na tarde do mesmo sábado, uma caminhonete de mudança parou junto ao sopé da estátua e colocou pneus, que em seguida foram incendiados. As chamas tomaram quase toda a estátua, que tem cerca de dez metros de altura. A fumaça espalhou-se por todo o entorno, atingindo prédios residenciais e casas, onde grande parte dos moradores são idosos.

Senador Randolfe incitou ações para derrubada do governo
O ato terrorista praticado no sábado, que procurou destruir um patrimônio histórico cultural de propriedade pública, além de ter colocado em risco a segurança dos moradores do entorno, não ocorreu por um acaso: houve um incitamento e um estímulo para ações desta natureza.

Um dia antes, o senador comunista Randolfe Rodrigues (Rede-AP) havia participado de uma transmissão ao vivo (live) como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no qual, em dado trecho, o senador incita o público a promover ações visando derrubar o governo federal, como mostra o segmento de vídeo abaixo.


O incitamento feito pelo senador esquerdista, pregando abertamente a derrubada de um dos poderes da República, constitui-se claramente naquilo que pode ser classificado com um ato antidemocrático.

No mesmo sábado, o deputado estadual Douglas Garcia (PTB-SP) informou ter solicitado à Executiva Nacional do PTB para ingressar com representação no Conselho de Ética do Senado contra o senador Randolfe Rodrigues, em virtude da clara e inequívoca ameaça à ordem democrática presente na fala do senador.

Um dos responsáveis pelo atentado foi preso e depois liberado
Um dos delinquentes responsáveis pelo atentado terrorista contra a estátua de Borba Gato foi preso, mas logo em seguida colocado em liberdade. Thiago Vieira Zem foi identificado e preso pela polícia, mas foi solto na noite deste domingo (25/07) por decisão da juíza Eva Lobo Chaid Dias Jorge.

A magistrada recusou pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público, sob a alegação de que o detido tem ocupação e residência fixa, apesar de já possuir antecedentes criminais. Muito possivelmente os organizadores do atentado terrorista, do qual Thiago Zem foi um dos operadores, fiaram-se na certeza da impunidade dos envolvidos.

Além do estímulo do senador Randolfe Rodrigues, a ação criminosa contou com o respaldo de outros políticos da esquerda, como deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), que enxergou na ação terrorista contra um patrimônio público com riscos à segurança das pessoas no entorno como sendo uma “ação simbólica importante”, como mostra o tuite abaixo.



Muito mais do que vandalismo
As ações promovidas pela esquerda revolucionária neste sábado, com o apoio de tucanos e cobertura generosa da velha imprensa, são muito mais do que atos de vandalismo praticado por vândalos e delinquentes. Tratam-se de ações revolucionárias, seguindo padrão do movimento terrorista e racista norte-americano Black Lives Matter. São ações que atentam contra a vida e contra o que ainda resta da ordem democrática, visando atingir fins bem definidos.

Estes atos, e inúmeros outros que têm ocorrido no país em período recente, precisam ser descritos pelo que são: são atos de terrorismo, perpetrado por criminosos, incitados por líderes políticos e movidos por razões ideológicas. Portanto, ou se entende que existe um inimigo da Nação a ser combatido e neutralizado, ou este inimigo continuará avançando impunemente e só vai parar quando destruir o país.


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