por angelica ca e paulo eneas
A Associação Médica Metropolitana de Tóquio realizou uma coletiva de imprensa de emergência ainda em fevereiro deste ano para anunciar a eficácia do medicamento antiparasitário Ivermectina para o enfrentamento à pandemia do vírus chinês. Durante o evento, o presidente da entidade, Dr. Haruo Ozaki, afirmou que a ivermectina demonstrou benefícios significativos na redução de infecções e mortes por Covid-19.

Segundo o Dr. Haruo Ozaki, embora os ensaios clínicos de larga escala fossem importantes, já havia chegado o momento, ainda no início deste ano, de dar liberdade aos médicos para prescrever a ivermectina junto com o consentimento informado dos pacientes. O médico também mencionou na época as evidências de nações africanas que usaram ivermectina durante a pandemia:

“Na África, se compararmos os países que distribuem ivermectina uma vez por ano com os países que não dão ivermectina, e eles não distribuem ivermectina para prevenir Covid-19 mas para prevenir doenças parasitárias, se olharmos para os números de COVID nestes países que administram ivermectina, o número de casos é de 134.4 por cada cem mil habitantes, e o número de óbitos é de 2.2 a cada cem mil”, afirmou o médico.

O presidente da Associação Médica de Tóquio comparou as estatísticas dos países africanos que usaram ivermectina anualmente com os que não o fizeram. A comparação mostrou que os países africanos que não distribuem ivermectina exibiam taxas de 950.6 casos de Covid-19 por cada cem mil habitantes, e um índice de óbitos de 29.3 mortes a cada cem mil habitantes.

O médico observa que existe uma clara diferença entre as taxas de doenças e mortalidade entre as nações que usam ivermectina e as que não usam: “Acredito que a diferença é clara. Obviamente não se pode concluir que a ivermectina é eficaz apenas com base nesses números, mas quando temos todos esses elementos, não podemos dizer que a ivermectina não é eficaz”. Fonte: Life Site News | Hal Turner Radio Show.

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