por angelica ca e paulo eneas
O médico norte-americano Dr. Anthony Fauci, uma das personagens mais controversas, para dizer o mínimo, dentre as figuras públicas de interesse relacionadas ao assunto da pandemia do vírus chinês, e diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos há mais de trinta anos, fez uma afirmação na semana passada que é bastante reveladora de seus vínculos com concepções autoritárias próprias da elite dos globalistas.

Durante uma palestra dada na McGill University em 1º de outubro, intitulada Covid-19: Lições Aprendidas e Desafios Restantes, Anthony Fauci dirigiu-se aos canadenses que se opõem à obrigatoriedade da vacina afirmando: “você não tem o direito de tomar sua própria decisão sobre o que se passa em seu corpo”. Anthony Fauci completou sua fala dirigindo-se aos norte-americanos para conclamá-los a renunciar a seus direitos individuais “para o bem maior da sociedade”.

As declarações de Anthony Fauci foram feitas em referência a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19 de todos os cidadãos. Em entrevista recente à CNBC, Anthony Fauci insistiu em sua tese de que todos os cidadãos devem ser vacinados. Segundo ele, a vacinação obrigatória de toda a população evitaria o surgimento de novas variantes do vírus chinês, uma afirmação que contrasta com o entendimento de inúmeros pesquisadores e médicos do mundo todo.

Apesar de advogar pela vacinação compulsória de toda a população, Anthony Fauci reconheceu que as vacinas não previnem a infecção e não são cem por cento eficazes:

“Temos setenta milhões de pessoas neste país que são elegíveis para serem vacinadas e que não foram vacinadas. Quanto mais pessoas forem vacinadas, menos provável que surja outra variante”, afirmou Anthony Fauci, estabelecendo uma relação de causa e feito que é questionada por outros médicos e pesquisadores. Fonte: The True Defender | Survive The News.

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