O Senado do Chile rejeitou nesta terça-feira (16/11) uma proposta de impeachment do presidente do país, Sebastián Piñera, por conta de supostas irregularidades na venda de uma mineradora. A proposta de impeachment do chefe de governo chileno havia sido aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada.

A votação foi de 24 votos a favor do impeachment, 18 contra e uma abstenção, ficando aquém da maioria de dois terços, ou 29 votos, necessária para destituir o presidente, que deve deixar o cargo em março do próximo ano. Em caso de impeachment, Sebastián Piñera poderia ser condenado a até cinco anos de prisão.

Tratou-se do segundo processo de impeachment movido contra o presidente chileno, depois de uma malsucedida tentativa de destituí-lo do cargo em 2019, quando a oposição de esquerda acusou Sebastián Piñera de supostas violações de direitos humanos durante os atos de violência promovidos no Chile pela própria esquerda naquele ano.

A decisão do senado livrando Sebastián Piñera do impeachment vem cinco dias antes das eleições chilenas, que irão escolher o novo presidente do país. Sebastián Piñera não concorre à reeleição pois já cumpre um segundo mandato. Fonte: Deutsche Welle | Reuters.


 

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