por angelica ca e paulo eneas
Milhares de pessoas protestaram neste final de semana em várias cidades da Europa Ocidental e na Austrália contra as medidas draconianas restritivas impostas pelos governantes locais a pretexto de conter a pandemia do coronavírus. Entre os alvos dos protestos estava a adoção dos passaportes vacinais.

Organizado pelo grupo Millions March Against Mandatory Vaccination, protestos massivos varreram o centro das cidades de Sydney, Melbourne, Canberra e Perth, bem como de outras trinta cidades e vilas da Austrália.

Imagens aéreas capturaram grandes multidões bloqueando as ruas centrais das principais cidades australianas. Portando cartazes com os dizeres “não às vacinas” e “abaixo a ditadura fascista”, os  manifestantes protestaram do lado de fora das sedes dos respectivos parlamentos, pedindo a renúncia dos governos estaduais e o fim da tirania.

Em Sydney, milhares de pessoas de todas as idades reuniram-se no Hyde Park carregando faixas que diziam “Nunca mais bloqueie” e “Menos governo, mais liberdade”. Em Melbourne, as pessoas protestaram do lado de fora do parlamento estadual e bloquearam a Spring Street, enquanto gritavam pela saída do chefe de governo da província de Victoria.

Os protestos na Austrália ocorreram na mesma semana em que foi noticiado que o Exército australiano está sendo usado para promover o deslocamento forçado de pessoas com suspeitas de Covid-19 para campos de quarentena nos Territórios do Norte da ilha, conforme mostramos no artigo Exército da Austrália Começa a Fazer Transferência Forçada de Civis Com Covid-19 Para Campos de Quarentena, publicado semana passada.

Por sua vez, na Áustria, cerca de quarenta mil pessoas participaram de manifestações no sábado (27/11) em diferentes cidades do país para protestar contra a introdução da vacinação obrigatória em nível nacional, anunciada na semana passada pelo governo, conforme informamos no artigo Governo da Áustria Anuncia Novo Lockdown Nacional e Vacinação Obrigatória Para Toda População, juntamente com um novo lockdown nacional que já está em vigor.

Há várias semanas os europeus têm saído às ruas em grandes manifestações contra medidas segregacionistas e supressoras de direitos e liberdades que têm sido tomadas por quase todos os governantes a pretexto de combater a pandemia. A grande imprensa de modo geral tem ignorado estas manifestações, como se elas não tivessem existido.

No Brasil, praticamente não tem havido mobilizações de peso contra medidas autoritárias no âmbito da pandemia, especialmente o passaporte sanitário. Esta ausência de mobilizações deve-se em parte à omissão da própria direita, que encontra-se de algum modo presa numa camisa de força que a inibe de manifestar-se contra medidas que encontram amplo respaldo junto a setores do governo federal. Fonte: RT Espanhol | Europa Press | Time Magazine.




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