É uma forma de marxismo cultural, que pretende destruir a estrutura de nossa sociedade e cultura e nenhum dinheiro do contribuinte deve ser usado para ensinar nossos filhos a odiar nosso país ou a se odiarem.


por angelica ca e paulo eneas
O governador republicano do estado norte-americano da Flórida, Ron DeSantis, apresentou nesta quarta-feira (15/12) um projeto de lei visando proibir o financiamento estatal de escolas que ensinam a chamada teoria racial crítica. O projeto de lei também proíbe que empresas incluam esta modalidade de marxismo cultural nos programas de treinamento de seus funcionários.

Em uma entrevista coletiva em que anunciou a Lei Stop Woke, Ron DeSantis atacou duramente a chamada teoria racial crítica ou “wokeness”, que afirmou ser uma “tentativa de deslegitimar nossa história e deslegitimar nossas instituições”. O governador republicano também criticou o que ele chamou de indústria artesanal de treinamento que propaga esta teoria.

“Vejo a wokeness como uma forma de marxismo cultural”, continuou DeSantis. “Eles querem destruir a estrutura de nossa sociedade e cultura, coisas que consideramos certas, como a capacidade dos pais de direcionar a educação de seus filhos. Nenhum dinheiro do contribuinte deve ser usado para ensinar nossos filhos a odiar nosso país ou a se odiarem”, acrescentou.

A chamada teoria crítica da raça, que afirma que as instituições e a cultura dos Estados Unidos são sistemicamente racistas e opressoras para as minorias raciais, gerou ampla controvérsia em todo o país por conta de sua presença no currículo das escolas públicas.

Ativistas progressistas e políticos democratas têm insistido que a estrutura acadêmica não é ensinada nas escolas públicas, apesar de evidências substanciais em contrário, e afirmam que os esforços para bani-la seriam uma suposta tentativa de encobrir a história americana e ocultar dos estudantes o problema do racismo.

De certa forma, a teoria crítica da raça vem como desdobramento acadêmico e escolar do movimento esquerdista racista e criminoso iniciado nos Estados Unidos pelo grupo Black Lives Matter.  Fonte: Washington ExaminerNews Max.


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