por angelica ca e paulo eneas
Milhares de pessoas foram às ruas em várias cidades de toda a Europa durante o último fim de semana para protestar contra as recentes medidas autoritárias reimplementadas pelos governos dos países europeus em decorrência do aumento aumento relatado de novos casos de coronavírus. As manifestações também foram contra a vacinação obrigatória, que alguns países europeus estão em vias de implementar.

No centro de Bruxelas, Bélgica, milhares de manifestantes protestaram pacificamente neste domingo (19/12), pela terceira vez, contra as recentes medidas de restrições relacionadas à pandemia da Covid-19 que foram impostas pelo governo. Os manifestantes carregavam cartazes pedindo o fim da vacinação obrigatória.

Apesar destas manifestações, o governo da Bélgica autorizo nesta segunda-feira (20/12), a vacinação contra a Covid-19 de crianças de 5 a 11 anos. A vacinação para crianças somente poderá ser feita com a anuência dos pais ou do responsável legal, segundo comunicado à imprensa divulgado ao final de uma conferência interministerial.

O protesto na Bélgica ocorre um dia depois de protestos semelhantes em outras capitais, incluindo Paris e Londres. Em Londres, no Reino Unido, cerca de cinco mil pessoas participaram na marcha Unidos pela Liberdade.

No outro lado do Canal da Mancha, milhares de pessoas marcharam nas ruas de Paris e de outras cidades francesas, em protesto contra as novas restrições impostas pelo governo globalista de Emmanuel Macron, que já anunciou que pretende criar um passaporte de vacinação que passará a ser obrigatório para acessar espaços públicos, como restaurantes, já a partir de janeiro próximo.

Por sua vez, na Áustria, uma multidão estimada em dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas de Viena em protesto contra a obrigatoriedade do passaporte sanitário e contra o confinamento obrigatório imposto às pessoas não que estão vacinadas. A vacinação contra o coronavírus passará a ser obrigatória na Áustria a partir de fevereiro para todos os residentes com mais de catorze anos.

Também foram registrados protestos nas ruas das cidades italianas de Roma, Milão e Trieste, após o anúncio do governo italiano de estender o uso do do chamado Green Pass e tornar o certificado de covid obrigatório para todos os trabalhadores.

As autoridades italianas anunciaram recentemente que, a partir de 15 de outubro, todas as pessoas que trabalham nos setores público e privado devem possuir o Green Pass, que é uma extensão do Passaporte Digital Covid-19 da União Europeia.

Aqueles que se recusarem a tomar a vacina contra o coronavírus e não puderem apresentar resultado negativo no teste, recuperação ou certificado de vacinação que indique que o titular foi totalmente vacinado contra a doença, serão suspensos e correrão o risco de não receber após o quinto dia útil.

Na Dinamarca, milhares manifestaram-se em Copenhague contra a vacinação obrigatória e pelo direito de escolha das crianças. Na Espanha, a cidade de Barcelona foi palco dos protestos de milhares de pessoas que se manifestaram contra a vacinação obrigatória e contra a obrigatoriedade do passaporte sanitário para entrar em restaurantes ou ginásios. Os manifestantes prometem continuar a protestar até que as restrições sejam abolidas.

Opositores da vacinação obrigatória e das políticas do governo alemão contra o coronavírus também manifestaram-se em várias cidades alemãs no último sábado (19/12). Milhares de pessoas tomaram as ruas de Hamburgo e depois marcharam em vários quarteirões pelo centro da cidade. Os manifestantes carregavam cartazes com os dizeres “Não à vacinação obrigatória!”, bem como “Tirem as mãos de nossos filhos”. Fonte: Euro News | NTD | Deutsche Welle.

Leia também:
Áustria Poderá Aplicar Pena de Até Um Ano de Prisão Para Pessoas que Se Recusarem a Tomar Vacinas Contra o Coronavírus


Bélgica:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE