por angelica ca e paulo eneas
A Companhia Boeing suspendeu na última sexta-feira (17/12) a exigência de vacinação contra o coronavírus para seus funcionários dos Estados Unidos. A decisão encerra um período de várias semanas de incertezas e de ações judiciais por parte dos milhares de funcionários da segunda maior empresa do mundo do setor aeroespacial.

Em um anúncio interno, a fabricante multinacional norte-americana de aeronaves, informou que sua decisão foi tomada após a deliberação da justiça norte-americana no início deste mês que suspendeu a obrigatoriedade da vacinação contra o coronavírus para diversos setores federais da economia, que havia sido determinada pelo presidente Joe Biden.

Prevista para entrar em vigor em 4 de janeiro de 2022, a ordem executiva suspensa pela justiça federal norte-americana seria aplicável a quase um quarto de toda a força de trabalho dos Estados Unidos, uma vez que a determinação presidencial atingiria todas as empresas que fazem negócios com o governo federal, como Microsoft, Google, Lockheed Martin e General Motors, além da própria Boeing Company.

Nas últimas semanas, cerca de onze mil funcionários da Boeing Company haviam procurado meios de isentarem-se da obrigatoriedade da vacinação, seja por motivos religiosos ou de saúde. Esse número corresponde a quase um décimo da força de trabalho da companhia nos Estados Unidos.

A empresa havia adotado em outubro a obrigatoriedade de vacinação de seus funcionários, em cumprimento à determinação da ordem executiva de Joe Biden, que foi cancelada pela justiça federal norte-americana no início deste mês. Fonte: Fox Business | Agência Reuters | CBS News.


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