por angelica ca e paulo eneas
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos divulgaram no dia 10 de dezembro novas informações sobre a disseminação da variante do coronavírus omicron naquele país. Os dados iniciais do CDC mostram que a maioria dos 43 casos de Covid-19 causados ​​pela variante omicron identificados até aquela data ocorreram em pessoas consideradas totalmente vacinadas, sendo que um terço delas havia recebido uma dose de reforço.

Todos os casos foram considerados leves e descobertos na primeira semana de dezembro. Dos 43 casos, a agência confirmou uma hospitalização, que durou dois dias, e zero óbitos. A diretora do CDC, Dra. Rochelle Walensky, afirmou durante uma entrevista coletiva na Casa Branca que os dados sobre os primeiros 43 casos da variante omicron nos Estados Unidos mostram que quase 80% dos infectados eram pessoas consideradas totalmente vacinadas.

Quatorze pessoas infectadas haviam recebido uma dose adicional ou de reforço, incluindo cinco que receberam essa dose extra menos de 14 dias após o surgimento dos sintomas. Um terço dos pacientes fez viagem internacional 14 dias após desenvolver sintomas ou teste positivo. A maioria dos indivíduos infectados tinha entre 18 e 39 anos, embora a cepa também tivesse infectado quatro crianças e quatro adultos com 65 anos ou mais.

Quase todas as pessoas infectadas pela variante apresentaram sintomas leves, disse a diretora do CDC, observando que isso era esperado em pessoas vacinadas com alguma resistência à doença. Apenas uma pessoa foi hospitalizada com omicron e nenhuma morte foi registrada. Até a data da divulgação das informações a variante omicron havia sido detectada em 25 estados norte-americanos. Fonte: The Hill | Agência Reuters | USA Today | Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).


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