por paulo eneas e angelica ca
O Equador tornou-se o primeiro país latino-americano a implementar a vacinação obrigatória contra a Covid-19 para a maior parte dos cidadãos do país. De acordo com o Ministério da Saúde do Equador, a decisão de impor a vacinação obrigatória estaria em conformidade com a constituição equatoriana e seria justificada pelo aumento de novas infecções pelo coronavírus devido à presença da variante omicron naquele país.

A obrigatoriedade da vacinação aplica-se a partir dos cinco anos de idade e somente estarão isentas as pessoas que apresentarem uma justificativa médica de contraindicações. O Governo do Equador informou que não irá aplicar sanções diretas aos que recusarem a vacina. No entanto, esses cidadãos terão acesso limitado a todo o tipo espaço público.

A base legal para justificar a obrigatoriedade da vacinação dos equatorianos está na Lei Orgânica da Saúde, que atribui ao Ministério da Saúde a responsabilidade de “declarar a obrigatoriedade de imunizações contra certas doenças; definir os padrões e o esquema básico de imunização nacional e fornecer à população os elementos necessários para cumpri-la gratuitamente”.

Ao tornar a vacinação contra o coronavírus obrigatória para seus cidadãos maiores de cinco anos de idade, o Equador junta-se a países como europeus como Áustria, Itália, Dinamarca, França, Grécia, Irlanda, Holanda e Portugal que já implementaram tal obrigatoriedade por meio do passaporte sanitário. Indonésia e Turquemenistão também adotaram a vacinação compulsória.

O Brasil pode também ser incluído nesta lista, uma vez que a Lei 13979, sancionada no início da pandemia, prevê a vacinação compulsória a ser imposta por autoridades locais. Diversos municípios e órgãos públicos, incluindo órgãos federais, já implementaram a vacinação compulsória e a exigência do passaporte sanitário, à revelia de qualquer lei federal prevendo seu uso.

O próprio Ministério da Saúde implementou de facto o passaporte sanitário por meio do aplicativo Conecte SUS, que vem sendo usado em vários órgãos públicos e em municípios como passaporte sanitário, conforme mostramos no artigo Consequência da Lei 13979: O Passaporte Sanitário Já É Realidade no País e Não Depende de Aprovação do Congresso, publicado em setembro.

A vacinação obrigatória contra o coronavírus tende a tornar-se uma realidade em quase todo o mundo, com exceção talvez dos Estados Unidos ou de algum outro mais com tradição mais sólida de defesa de liberdades individuais. Esta imposição em escala mundial representará a mais importante vitória dos agentes globalistas e de seu projeto de poder totalitário em nível mundial.

Este projeto, que tem à frente as grandes corporações transnacionais e fundações e entidades internacionais a elas associadas, e que colocou parte do movimento revolucionário a seu serviço, financiando-o para atuar em favor deste projeto, conseguirá ao que tudo indica suplantar, ou corromper, os governos nacionais para impor suas medidas de ditadura sanitária que são basicamente as mesmas no mundo todo.

Um dos objetivos da vacinação compulsória é abrir caminho para a adoção do sistema de crédito social da ditadura comunista chinesa, cujo modelo de controle social sobre a população e exercício pleno do poder por meio de uma burocracia não eleita corresponde exatamente às aspirações dos globalistas desde o início do século passado. Fonte: Euro News | MPR 21 | Olhar Digital.


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