por angelica ca e paulo eneas
Milhares de manifestantes protestaram neste final de semana em vários países europeus contra as medidas segregacionistas impostas pelos governos do velho continente a pretexto de enfrentamento à pandemia do coronavírus, incluindo principalmente as exigência de passaporte sanitário e medidas de vacinação obrigatória.

Os protestos ocorreram na França, Alemanha, Áustria, Canadá, Bélgica, Portugal e Itália. Também ocorreram protestos na América do Sul, na Argentina e Chile.

Na França, mais de 100.000 pessoas foram às ruas em manifestações e marchas contra as restrições impostas pelo presidente Emmanuel Macron, que prometeu tornar a vida dos não vacinados cada vez mais difícil até que eles aceitem as vacinas. Manifestantes saíram às ruas em um total de 179 cidades, incluindo Paris, Lyon, Bordéus ou Estrasburgo, segundo dados do Ministério do Interior da França.

As enormes multidões no sábado foram quase quatro vezes maiores do que aquelas presentes nas manifestações de 18 de dezembro, de acordo com estimativas da polícia. Os manifestantes protestaram, entre outras coisas, contra o plano governamental já quase implementado de exigir a prova de vacinação contra a Covid-19 para uso do transporte público, e ter acesso a restaurantes e eventos.

Por sua vez, na Alemanha, milhares de pessoas foram às rua em Schwerin (Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental), no norte do país, onde cerca de 2 mil manifestantes realizaram um protesto. Os manifestantes desfilaram acompanhados de tambores e trombetas, carregavam faixas com os dizeres: “Pais e avós dizem não à vacinação de crianças contra COVID-19”. Também houve uma passeata no centro de Hamburgo para uma manifestação na qual, segundo as autoridades, eram esperadas cerca de 11.000 pessoas.

Enquanto isso, na Áustria, mais de 40.000 pessoas se reuniram de forma pacífica, na capital austríaca, Viena, contra as restrições e a vacinação obrigatória prevista para o próximo mês. Os manifestantes reuniram-se em frente ao parlamento da cidade, e entre eles estava o líder dos nacionalistas do Partido da Liberdade da Áustria.

Milhares de manifestantes também compareceram na capital tcheca, Praga, no domingo (09/01), para protestar contra a obrigatoriedade das vacinas. Os manifestantes criticaram a eficácia das vacinas, da vacinação infantil, e o uso de máscaras. Um decreto impondo a vacinação obrigatória no país para pessoas com mais de 60 anos e alguns grupos de profissionais da saúde e socorristas deverá entrar em vigor em Março.

Os manifestantes querem que o governo do primeiro-ministro Petr Fiala anule a ordem antes de sua entrada em vigor. O novo governo já indicou sua oposição à obrigatoriedade de vacinação dos idosos. Ao protesto de Praga seguiram-se outras a manifestações semelhantes, mas menores em várias cidades tchecas no sábado. Fontes:  Associates Press | The Hill | Breitbart | RT News.



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