por angelica ca e paulo eneas
Logo após tomar posse no último sábado (15/Jan) como o novo governador do estado norte-americano da Virgínia, o republicano Glenn Youngkin, eleito em novembro de 2021, derrubou partes significativas da política de coronavírus introduzidas pelo seu antecessor democrata, Ralph Shearer Northam.

Em seu primeiro dia no cargo como governador da Virgínia, Glenn Youngkin reverteu as medidas que exigiam que crianças em idade escolar usassem máscaras. Também foi cancelada a ordem para que funcionários do Estado da Virgínia fossem vacinados contra a Covid-19. Embora os distritos escolares ainda possam recomendar o uso de máscaras faciais, Glenn Youngkin afirmou que tal recomendação cabe aos pais optar por fazê-la.

Glenn Youngkin é o primeiro republicano a vencer no estado da Virgínia desde 2009. Poucas horas após sua posse, o novo governador assinou mais onze ordens executivas, incluindo uma que cumpre uma de suas principais promessas de campanha: restaurar as liberdades e a privacidade individuais removendo as vacinas obrigatórias para funcionários do governo.

Outra ordem executiva foi emitida destinada a combater o tráfico de pessoas. O governador também emitiu ordem executiva abolindo a chamada teoria crítica da raça na educação pública daquele Estado. Em seu discurso de posse em Richmond, Glenn Youngkin enfatizou que o caminho a ser seguido será baseado no “profundo e permanente respeito pela liberdade individual”.

“As máscaras também aumentaram a sensação de isolamento, agravando os problemas de saúde mental, que em muitos casos representam um risco maior para a saúde das crianças do que a covid-19”,  acrescentou o novo governador, que também prometer fortalecer e renovar o “espírito da Virgínia” associado à história do Estado como a terra natal da democracia norte-americana.

O governador republicano também comprometeu-se com a geração de 400.000 novos empregos no Estado da Virgínia, além de estimular a formação de 10.000 novas startups nos quatro anos de sua administração, por meio da redução das regulamentações e aumento do treinamento relacionado ao trabalho. Fonte: Epoch Times | Compact On Line | RT USA.


Não Deixe o Crítica Nacional Acabar!

Crítica Nacional precisa e muito do apoio de seus leitores para continuar. Dependemos unicamente do financiamento do nosso público leitor, por meio de doações e assinaturas de apoio, para tocar adiante nosso projeto.

Crítica Nacional é hoje um dos poucos veículos da chamada imprensa independente que mantém-se fiel ao compromisso com a verdade dos fatos e a defesa de valores conservadores. Dentre os demais, muitos renderam-se ao chapa-branquismo desbravado, lançando mão até mesmo da divulgação de conteúdos falsos ou enganosos para esse intento. Esse tipo de conduta você jamais irá ver no Crítica Nacional.

Estamos nesse momento apelando encarecidamente ao nosso público para que contribua conosco. Você poderá fazer esta contribuição acessando este link aqui, onde terá a opção de fazer uma assinatura de apoio a um valor mensal irrisório e bastante acessível, e poderá também fazer uma doação no valor que desejar.

Muito obrigado.


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE