por angelica ca e paulo eneas
O parlamento austríaco aprovou em votação na última quinta-feira (20/01) a introdução da vacinação obrigatória contra o coronavírus para todos os adultos do país. A nova lei foi aprovada em meio a uma onda de protestos contra a medida. A lei começará a ser aplicada a partir do próximo mês.

Por 137 votos a favor e 33 contra, o parlamento austríaco aprovou a obrigatoriedade de vacinação, que se aplicará a todos os austríacos maiores de 18 anos. A  norma legislativa está prevista para entrar em vigor a partir de 1º de fevereiro. Apenas mulheres grávidas, pessoas com causas médicas justificadas ou que se recuperaram do coronavírus nos últimos seis meses estarão isentas a obrigatoriedade.

Na primeira fase, de 1º de fevereiro a 15 de março, a norma não prevê penalidades para quem não se vacinar. A partir de então, poderão ser aplicadas multas entre € 600 e € 3.600. Uma possível terceira fase incluirá a marcação de consultas obrigatórias para vacinação, o que sugere a possibilidade de vacinação forçada.

A Áustria se tornará o primeiro lugar na Europa, exceto a Cidade do Vaticano, a introduzir a vacinação obrigatória. Outros países europeus ocidentais sinalizam adotar medida semelhante, enquanto países mais ao centro-leste do continente, que fizeram parte da Cortina de Ferro da extinta União Soviética, caminham em direção oposta.

A Grécia começou a emitir multas para pessoas com mais de 60 anos não vacinadas. Por sua vez, a Itália tornou a vacinação obrigatória para todos com mais de 50 anos. As vacinas obrigatórias contra a Covid-19 também foram introduzidas no Equador, Tajiquistão, Turcomenistão, Indonésia e Micronésia.

Conforme o Crítica Nacional tem noticiado toda semana, milhares de manifestantes tem protestado regularmente na Áustria e em vários países da Europa Ocidental contra a vacinação obrigatória.

Também conforme o Crítica Nacional informou há poucos dias, o governo da Áustria já decidiu que os cidadãos que se recusarem a receber as vacinas contra o coronavírus poderão sofrer pena de até um ano de prisão em decorrência do não pagamento das multas aplicadas pela recusa.

O governo e o parlamento austríaco justificaram a lei de obrigatoriedade de vacinação afirmando que as taxas de vacinação naquele país continuavam muito baixas. No entanto, dados atualizados até a semana passada mostravam que 71.8% da população de cerca de nove milhões de habitantes era considerada totalmente vacinada. Fonte: AP News | The Guardian | Life Site News.


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