Vereador petista que liderou invasão da Igreja possui passagens pela polícia e já foi denunciado na Comissão de Ética da Câmara Municipal por quebra de decoro parlamentar por prática de intolerância religiosa.


por paulo eneas
Um grupo de militantes petistas e comunistas invadiu a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba (PR) durante a celebração da Missa neste sábado (05/fev). A invasão foi liderada pelo vereador petista Renato de Freitas. A invasão foi precedida de uma aglomeração e tumulto na entrada da Igreja. Após a invasão os delinquentes passaram a entoar palavras de ordem acusando os católicos de “racistas” e “fascistas”.

O vereador petista, que já tem várias passagens pela polícia, interrompeu a Missa para fazer uma discurso de natureza racista, acusando os católicos de apoiar o que ele chamou de “policial que está no poder”. Renato de Freitas caluniou os católicos acusando-os, sem provas, de uma suposta conivência com o assassinato do congolês Moïse Mugenyi ocorrido semana passada no Rio de Janeiro (RJ).

Os três assassinos de Moïse Mugenyi já foram identificados e presos pela polícia, que até o momento não endossou a tese levantada pela esquerda de motivação racial para o crime. Imagens do local do assassinato do congolês mostram que seus agressores e assassinos confessos são dois homens negros e um pardo.



A despeito das evidências em contrário mostradas pela investigação policial, o vereador petista tem insistido em fazer proselitismo político do assassinato brutal do congolês, repetindo a conhecida prática amoral dos comunistas de transformar caixões em palanque político para discurso ideológico.

Em discurso na Igreja após a invasão, Renato de Freitas atribuiu o crime a um suposto racismo estrutural, tese originada na esquerda norte-americana e que tem servido de pretexto para a prática de diversos crimes por parte dos chamados movimentos racialistas nos Estados Unidos, que na verdade são movimentos racistas e criminosos, como o Black Lives Matter.

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Renato de Freitas possui histórico de passagens pela polícia e intolerância religiosa
O petista Renato de Freitas já tem passagens pela polícia. Em julho do ano passado, Renato de Freitas foi detido por agressão física a um idoso anos durante uma manifestação da esquerda contra o Governo Bolsonaro. Também no ano passado, a Câmara Municipal de Curitiba abriu processo contra o vereador petista por de quebra de decoro parlamentar, decorrente de ofensas morais e intolerância religiosa contra a bancada evangélica da casa.

Em novembro de 2020, logo após ser eleito vereador pela cidade de Curitiba com cerca de cinco mil votos, em uma campanha baseada em ataques e demonização das forças de segurança, o vereador recém-eleito foi flagrado pichando a fachada de um estabelecimento comercial, usando sua retórica usual de um suposto racismo.

Em abril do ano passado, Renato de Freitas foi denunciado na Comissão de Ética da Câmara dos Vereadores por colocar-se contra o tratamento médico de pessoas com Covid-19 e por opor-se a um projeto da prefeitura que destinava verbas públicas a entidades que atendem pessoas com necessidades terapêuticas.

Em julho do ano passado, o vereador petista foi detido pela Guarda Municipal de Curitiba por promover tumulto em uma manifestação política que ocorria na cidade. Foi a segunda detenção de Renato de Freitas em menos dois meses até então. Em junho do mesmo ano vereador havia sido detido por perturbação sonora em espaço público após reclamação de moradores.

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Vídeo mostra o momento em que delinquentes liderados por vereador petista invadem a Igreja.


 

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