Cabe aqui questionar por que no Brasil não houve iniciativa semelhante no plano federal por meio de projeto de lei do governo, via Ministério dos Direitos Humanos, ou iniciativa da própria bancada governista no parlamento. Em vez disso, aprovaram-se leis fortalecendo a agenda identitária da esquerda.


por angelica ca e paulo eneas
Uma lei aprovada pelo Estado norte-americano do Texas que proíbe o aborto a partir do momento em que são detectados batimentos cardíacos no feto, já salvou a vida de cerca de 15 mils crianças em apenas apenas cinco meses, segundo dados estatísticas levantados pela Texas Health and Human Services Commission.

Um novo relatório da Health and Human Services Commission divulgado na semana passada confirma uma queda substancial nos abortos em setembro de 2021 após a implementação do Texas Heartbeat Act, que levou a uma redução de 51% em relação a setembro de 2020.

A comissão texana relatou um total de 2.197 abortos no Texas no mês de setembro de 2021, menos da metade do número de assassinatos de bebês no mês anterior daquele ano, que teve surpreendentes 5.404 abortos cometidos. Antes do Texas Heartbeat Act, havia mais de 160 abortos cometidos todos os dias no Texas. Em setembro, esse número despencou para cerca de 70 por dia.

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Dos 2.197 abortos em setembro, apenas um ocorreu entre 17 e 20 semanas após a fertilização. A comissão texana verificou que se tratava de um caso em que a vida da mãe estava em perigo imediato. Notavelmente, este foi o único aborto medicamente necessário que ocorreu em setembro.

A chamada Lei do Batimento Cardíaco do Texas exige que todos os médicos que realizam um aborto verifiquem se há batimento cardíaco do bebê, até as seis semanas de gravidez, caso em que não poderão continuar com o procedimento, exceto no caso de risco de morre da mãe. Casos de violência sexual e incesto estão excluídos do rol de exceções.

Embora o Heartbeat Act continue a enfrentar desafios legais, as novas estatísticas são encorajadoras, pois mostram de modo inequívoco que a lei vem conseguindo proteger os nascituros.

Cabe aqui questionar por que no Brasil não houve iniciativa semelhante no plano federal, seja por meio de projeto de lei apresentado pelo governo, via Ministério dos Direitos Humanos, ou iniciativa da própria bancada governista no parlamento. Em vez disso, aprovaram-se leis fortalecendo a agenda identitária da esquerda. Fonte: Life News | Texas Rights To Life | La Gaceta | Texas Health and Human Services Commission.

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