Dos trinta países membros da Organização para o Tratado do Atlântico Norte (OTAN), metade deles (catorze) fizeram parte da Cortina de Ferro: Albânia, Bulgária, Croácia, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Macedônia do Norte, Montenegro, Polônia, República Tcheca e Romênia.

Nenhum destes países colocou qualquer ameaça real à Rússia desde quando ingressaram na aliança militar ocidental para se proteger do expansionismo russo. A Ucrânia, que fez parte do bloco soviético, não ingressou na OTAN e foi atacada pelos russos justamente por isso, por estar desprotegida.

Russófonos afirmam que com o fim da antiga União Soviética em 1991 e a consequente dissolução do Pacto de Varsóvia, a OTAN também deveria ter sido desmantelada.

Ocorre que a União Soviética acabou, mas a Rússia governada pelos mesmos comunistas do período soviético e sua vocação expansionista, não. Nenhum país europeu sozinho, exceção talvez da Grã-Bretanha, seria capaz de fazer frente a uma agressão militar russa. Daí a necessidade da aliança militar ocidental ter continuado.

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