Ao menos sete representações serão apresentadas ao Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo nesta segunda-feira (07/mar) pedindo a cassação do mandato de Arthur do Val, vulgo Mamãe Falei, integrante do grupo MBL, que faz oposição ao Governo Bolsonaro e é um dos apoiadores da pré-candidatura presidencial de Sérgio Moro.

O deputado virou notícia nacional e internacional neste final de semana após vazamento de áudio em que ele revela ter ido fazer turismo de interesse sexual na Ucrânia, a pretexto de oferecer ajuda humanitária.

Nos áudios vazados, Arthur do Val demonstra não ter um mínimo de dignidade e honradez que se espera de um homem, ao revelar seu interesse unicamente sexual diante de uma fila de mulheres ucranianas refugiadas da guerra.

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O ainda deputado afirma no áudio que as “ucranianas são fáceis por serem pobres”, demonstrando que sua índole moral é própria de um canalha ou de um gigolô, que procura aproveitar-se sexualmente de uma situação de vulnerabilidade material e emocional das ucranianas que estão fugindo da guerra.

Os áudios, que possuem segmentos cujos conteúdos assemelham-se a roteiro de pornografia escatológica, revelam a completa ausência do qualquer sentimento de empatia que se espera de um ser humano normal diante do sofrimento e angústia de outro ser humano, o que configura um comportamento próprio de um psicopata por parte do deputado.

O episódio protagonizado pelo deputado do MBL na Ucrânia serviu também reforçar o repertório e o vocabulário feministas, uma vez que a grande imprensa, e mesmo segmentos da direita brasileira, descreveram o comportamento de Arthur do Val como “machista” e “sexista”, termos que em si trazem apenas um conteúdo ideológico.

O mais correto é descrever este comportamento pelo que ele de fato é: desumano, próprio de um psicopata, de um canalha sem alma cuja moralidade é a mesma do mais vil dos delinquentes, e de uma figura pública sem baliza moral alguma e sem qualquer referência em valores civilizacionais que justifiquem que venha a deter um mandato legislativo.

Após o episódio, Arthur do Val retirou sua pré-candidatura ao governo paulista e foi convidado a se desfiliar de seu partido, o Podemos. Possivelmente ele terá seu mandato cassado, encerrando assim uma efêmera e medíocre carreira política da qual ele nunca se fez merecedor.

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O editor do Crítica Nacional publicou um resumo do episódio no idioma inglês, que pode ser visto abaixo:

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