O Oito de Março é uma data comemorativa própria do movimento revolucionário, de modo que nada justifica um conservador fazer qualquer concessão a esta efeméride, ainda que a pretexto de uma gentileza com as mulheres.


por paulo eneas
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março de cada ano, é uma efeméride imposta a quase todo o mundo ocidental pelo movimento revolucionário. A data foi proposta pela militante marxista alemã Clara Josephine Zetkin em 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em  Copenhagen, Dinamarca.

O propósito da data internacional, segundo suas proponentes, era o de ser um dia de jornada de manifestações pelo direito ao voto das mulheres, pela igualdade dos sexos e pelo socialismo. A data passou a ser referência para todo o movimento revolucionário e o movimento feminista no Ocidente.

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No ano de 1975, a Organização das Nações Unidas incorporou o 8 de Março em seu calendário oficial, como observou a jornalista Fernanda Salles em sua rede social, e desta forma o 8 de Março passou a ser para todos os efeitos o Dia Internacional do Feminismo.

O feminismo é uma das vertentes mais poderosas e eficazes em seus propósitos de todo o movimento revolucionário, e aquela que produziu os efeitos mais deletérios e desagregadores no tecido social da sociedades ocidentais ao conseguir, por exemplo, impor a normalização do assassinato de bebês no ventre materno, umas das principais bandeiras do movimento, como sendo um suposto “direito das mulheres”.

Clara Josephine Zetkin foi contemporânea de Rosa Luxemburgo, a lendária militante comunista alemã do início do século passado, e chegou a exercer um mandato de deputada no parlamento alemão durante a República de Weimar, eleita pelo Partido Comunista.

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Clara Josephine Zetkin foi agraciada em 1932 com a medalha da Ordem de Lênin  e condecorada em 1927 com a Ordem do Estandarte Vermelho, a mais alta honraria concedida pelo governo da União Soviética.

Este breve retrospecto histórico mostra que o 8 de Março é uma data comemorativa própria do movimento revolucionário, de modo que nada justifica um conservador fazer qualquer concessão a esta data, ainda que a pretexto de uma gentileza com as mulheres.

Até por que, o feminismo repudia qualquer forma de gentileza por parte do homem em relação a uma mulher, pois enxerga neste gesto o que as feministas chamam de “machismo”.

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